domingo, 21 de novembro de 2010

IGREJA CATÓLICA SOBE PARA 2º LUGAR NO RANKING DE INSTITUIÇÕES MAIS CONFIÁVEIS




Uma pesquisa que aponta o Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), feita pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), revela que a Igreja Católica está em 2º lugar no ranking de confiança das instituições. Com 54%, ela fica atrás apenas das Forças Armadas, que têm 66%.


Antes a Igreja ocupava a 7ª posição, com 34%. Houve, portanto, um aumento de 60% no terceiro trimestre deste ano em comparação com os três meses anteriores.


"A Igreja só perde para as Forças Armadas e ganha de longe do governo federal e, inclusive, das emissoras de TV que normalmente são instituições consideradas confiáveis pela população", disse a professora da Direito GV e coordenadora do ICJ Brasil Luciana Gross Cunha.


O ICJ Brasil foi criado pela Escola de Direito da FGV para verificar o grau de confiança no Judiciário e como a população utiliza o poder para a reivindicação de direitos e busca por soluções. Nesta pesquisa o Judiciário aparece em 8º lugar com 33%.


Outras instituições tiveram o seguinte resultado: Grandes Empresas (44%); Emissoras de TV (44%); Governo Federal (41%); Imprensa escrita (41%), Polícia (33%); Congresso Nacional (20%) e os partidos políticos (8%).




(http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/5216-igreja-catolica-sobe-para-2o-lugar-no-ranking-de-instituicoes-mais-confiaveis).

USO DA CAMISINHA

Bento XVI


CAMISINHA É ACEITÁVEL EM ALGUNS CASOS, DIZ BENTO 16


CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O uso de camisinha para impedir que a Aids se espalhe pode ser justificado em certos casos limitados, disse o papa Bento 16 em um livro que será publicado na próxima semana.
Em trechos publicados no jornal do Vaticano neste sábado, o papa menciona o exemplo do uso de camisinha por prostitutas como 'o primeiro passo para a moralização', mas diz que os preservativos 'não são realmente a maneira de lidar com o mal da infecção por HIV'.
Embora alguns líderes católicos também tenham falado sobre o uso limitado de camisinhas em casos específicos para impedir o contágio pela Aids, essa é a primeira vez que o papa menciona a possibilidade.
(Reportagem de Philip Pullella)
http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26427508



SANTA SÉ DEFINE DIRETRIZES CONTRA ABUSOS SEXUAIS


Reunião dos Cardeais


Falando aos 150 cardeais de todo o mundo, que se reuniram ontem, 19, com o Papa, no Vaticano, o cardeal norte-americano explicou que a iniciativa visa oferecer um “programa coordenado e eficaz”. A comunicação feita pelo cardeal é intitulada “Resposta da Igreja aos casos de abuso sexual: rumo a uma orientação comum”.
O cardeal Levada ofereceu uma “atualização sobre a legislação canônica relativa ao delito de abuso sexual sobre menos” e destacou a “mais ampla responsabilidade dos bispos pela tutela dos fiéis que lhes são confiados”.
Dom Levada lembrou o exemplo de “escuta e acolhimento das vítimas” por parte de Bento XVI e falou da “colaboração com as autoridades civis”.

De acordo com o cardeal, é necessário um “compromisso eficaz de proteção das crianças e dos jovens”, bem como “uma atenta seleção e formação dos futuros sacerdotes e religiosos”.

Houve, pelo menos, 12 intervenções de cardeais, sugerindo que as conferências episcopais desenvolvam “planos eficazes, articulados, completos e decididos para a proteção dos menores”. Esses planos devem ter em conta os vários aspectos do problema e linhas de intervenção, “seja para restabelecer a justiça, seja para a assistência das vítimas”, procurando a prevenção e formação, “mesmo nos países onde o problema não se manifestou de modo tão dramático como noutros”.

CNBB/RV

http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/internacional/5230-santa-se-define-diretrizes-contra-abusos-sexuais

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

CAPUCHINHOS COMEMORAM 70 ANOS DE SUA PERMANÊNCIA EM ALAGOINHAS - BAHIA

Igreja de São Francisco - Alagoinhas / Bahia


A Província Nossa Senhora da Piedade dos Capuchinhos de Bahia e Sergipe, juntamente com a Paróquia de São Francisco de Assis de Alagoinhas estão comemorando os 70 anos da chegada dos Padres Capuchinhos a Alagoinhas.
A solenidade será realizada no dia 21 de novembro de 2010, às 18h na igreja de São Francisco de Assis.


A solenidade será precedida por um tríduo, tendo como tema: CAPUCHINHOS - 70 ANOS DE VIDA E MISSÃO NESTE CHÃO.

Apresentamos aqui alguns dados sobre os padres capuchinhos na Bahia e em Alagoinhas.


CAPUCHINHOS NA BAHIA

1. Capuchinhos franceses na Bahia 1670 – 1700.

Frei Martinho de Nantes da província de Bourbon – veio para dirigir as Missões do Rio São Francisco, trabalhando com as aldeias indígenas de Aracapá e Cavalo.
Em 1683, dá início á construção do Hóspice de Nossa Senhora da Piedade em Salvador da Bahia. Do qual foi superior. A construção foi concluída em 1686.
A piedade se tornou residência oficial dos Missionários Capuchinhos da Bahia.


2. Capuchinhos italianos na Bahia (1705).

Em 1705, A Congregação de Propaganda Fide confia à Missão da Bahia aos capuchinhos italianos de várias províncias, inclusive da Província das Marcas.
Vinham em grupos de 10 ou 12 frades. Os missionários (cerca de 160) tinham como superior maior o Prefeito Apostólico. Havia cerca de 3.000 índios sob seus cuidados.


3. Capuchinhos da Província das Marcas Ancona – Itália - (1892 – 1937).

Em 1887, foi publicado o novo Estatuto das Missões, foi estabelecido que cada província assumisse uma missão e zelasse por ela.
Assim, a Prefeitura Apostólica da Bahia foi confiada à Província Capuchinha de Ancona – Marcas – Itália, em 17 de novembro de 1891.
Em 1938, A Missão da Bahia passou a ser Custódia Provincial. Trinta e quatro religiosos italianos chegaram para trabalhar no campo missionário.
Em 1970, A Custódia Provincial passou a ser Vice-Província e em 1983 passou a ser Província independente, abrangendo o estado da Bahia e Sergipe.

CAPUCHINHOS EM ALAGOINHAS


Aos oito de dezembro de 1939, Frei Pedro de Crispiero, custódio provincial da Bahia e Sergipe, acompanhado de Frei Boaventura de Elcito e de Frei Estêvão de Recanati, com a finalidade de encontrar um lugar para a construção do convento e seminário.
Encontraram o sítio de D. Adélia Valverde Bastos, situado à Rua 24 de outubro (atual Lauro de Freitas) e decidem por este local. Aos 26 de dezembro de 1939, já era passada a escritura do terreno.
Em fevereiro de 1940, é enviado para Alagoinhas, o Frei Gregório de San Marino que dá início aos alicerces, passando em seguida, aos cuidados de Frei Estêvão de Recanti.
Aos 26 de janeiro de 1941, eram inaugurados o convento e seminário, passando a residir os quatro religiosos: Frei Inocêncio, Frei Pedro de Cispiero, Frei Germano de Colli e Frei Isaías de Civitanova e mais 20 seminaristas.


Frei Fidélis de Itabainha - Primeiro Pároco capuchinho da paróquia Santo Antônio em Alagoinhas- Bahia


No dia 16 de junho de 1954, devido ao afastamento do Vigário, Cônego Afonso Godinho, dos trabalhos paroquiais, é nomeado, pelo senhor Cardeal Dom augusto Álvaro da Silva, Frei Fidélis de Itabaiana, como Vigário substituto da Paróquia de Alagoinhas, tendo como colaboradores, os confrades: Frei Isidoro de Loreto, Frei Benjamim de Villa Grande, Frei Caetano de Altamira, Frei Silvério de Cingoli e Frei Apolônio de Barra de São Pedro.
Em novembro deste mesmo ano, a responsabilidade da paróquia passa para o Padre Rosalvo Pimentel. E aos dois de maio de 1955, por determinação do senhor Cardeal, a Paróquia passa novamente a ser assumida pelos religiosos Capuchinhos, tendo como encarregado da freguesia, Frei Fidélis de Itabaiana.


Entre muitas atividades espirituais, realizadas pelos frades Capuchinhos, nesta cidade, podemos destacar ainda as seguintes construções:


• Lançamento da primeira pedra da nova Capela Nossa Senhora de Fátima, no dia 13 de maio de 1956, tendo como encarregado da construção, Frei Caetano de altamira.
• Lançamento da primeira pedra da nova Igreja Matriz, no dia 20 de abril de 1958 e fase inicial da Capela Nossa Senhora de Fátima, sendo vigário, Frei Leão de Marotta. (neste mesmo ano Frei Caetano foi nomeado Bispo de Ilhéus).
• Aquisição de uma casa, à Rua Teresópolis, nº 584, onde funcionaria o Palácio Residencial do bispo da futura Diocese de Alagoinhas, sendo responsável Frei Virgínio de Civitanova (Frei Dário Romitti).
• Conclusão dos trabalhos da nova Matriz, em 31 de junho de 1965.
• Reforma das capelas de Aramari e Riacho da Guia.

À frente desses trabalhos mencionados, tivemos como Vigário da Paróquia Santo Antônio, os seguintes Frades:
Frei Leão de Marotta pároco de Alagoinhas - lançou a primeira pedra da catedral , deixando quase concluída a construção


Frei Fidelis de Itabaiana (16/06/195);
Frei Leão de Marotta (Frei Leão Ricci) (12/03/1957);
Frei Lourenço de Conquista (23/03/1963);
Frei Germano de Colli (Frei Germano Citeroni) (02/02/1964))
Frei Virgínio Civitanova ( Frei Dário Romitti) (02/02/1966) .

FUNDAÇÃO DA PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS Frei Virgínio de Civitanova (Frei Dário Romitti) - Primeiro pároco da Paróquia São Francisco de Assis - Alagoinhas / Bahia




Frei Tiago de Assis Batista- segundo pároco da paróquia são Francisco de Assis




Frei Everaldino Pires de Oliveira - terceiro pároco da Paróquia São Francisco - Alagoinhas


Com a divisão da paróquia de Alagoinhas, foi criada a 25 de abril de 1968, a paróquia São Francisco, ficando como responsáveis da mesma, os Frades Capuchinhos, sendo nomeado Frei Virgínio de Civitanova como primeiro Vigário, seguido por Frei Tiago de Assis Batista e depois por Frei Everaldino Pires de Oliveira (24 de março de 1975).
Após 19 anos de criação da Paróquia, assume Frei Carlos Inácio de Souza, aos oito de março de 1987, permanecendo até janeiro de 1991. Com a transferência de Frei Carlos Inácio para Itabuna, assume a Paróquia na condição de pároco o Frei José Jorge Rocha até 23 de julho de 1992, deixando a coordenação da Paróquia com o Frei Edmilson Pereira dos Santos, que fica até o dia 01 de dezembro de 1995, quando assume o Frei Orlando Santos Oliveira até o ano 2000.


Freri Orlando Santos Oliveira - Pároco da paróquia São Francisco de Assis (1995 - 2000) .


No decorrer destes anos, foram construídas várias capelas nas diversas comunidades da Paróquia, inclusive a restauração do telhado da igreja São Francisco e a construção do Lar Franciscano e da Casa da Fraternidade, a reforma da Igreja Matriz de Araçás.
Em janeiro do ano 2000, o Frei Anilson Cardoso Vasconcelos, foi nomeado Pároco desta paróquia. Depois, foram párocos: Frei Eliomar, Frei Manoel e Frei Sebastião.
A paróquia São Francisco contava com 54 comunidades, sendo 12 na zona urbana e 41 na zona rural. Algumas já estavam com uma boa caminhada, enquanto outras ainda em fase inicial.
Com a fundação da Paróquia de Santa Terezinha e de Araçás, a Paróquia de São Francisco perdeu grande parte de seu território urbano e rural.
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sábado, 9 de outubro de 2010

FREI LEÃO RICCI

Um nome que Alagoinhas não esquece
Frei Leão Ricci
No dia 24 de outubro de 2010 faz 23 anos que nosso querido Frei Leão Ricci (Frei Leão de Marotta) faleceu deixando-nos cheios de saudades.
Grande parte de sua vida foi dedicada ao povo de Alagoinhas e da região. Italiano de nascimento, tornou-se um brasileiro de coração, baiano e cidadão alagoinhense.

Nasceu na cidade de Marotta, província de Pêsaro – Itália, diocese de Fano, aos dois de julho de 1914. Recebeu no batismo o nome de Sinibaldo Ricci. Seus pais: Giuseppe Ricci e Anunziata Gheti. Adolescente, entrou para o seminário dos Frades Menores Capuchinhos de Pêsaro – Itália;





Convento capuchinho de Camerino (MC) - Itália,
onde Frei leão fez o noviciado, tornando-se religioso capuchinho


fez o noviciado em Camerino (Itália) no ano de 1929, recebendo o nome religioso de Fra Leone da Marotta (conforme costume da época); cursou Filosofia no Seminário Capuchinho em Ancona e Teologia no Studio Teologico di Loreto (AN) – Itália. Ordenou-se sacerdote em Loreto, aos 11 de julho de 1937. Em novembro de 1939, Frei Leão veio para o Brasil como missionário.

Igreja de Nossa Senhora da Piedade - Salvador - Bahia (Primeira residência de Frei Leão ao chegar ao Brail)

Chegando ao Brasil, ficou no Convento da Piedade em Salvador – Bahia, onde foi professor de Teologia Moral e Direito Canônico dos estudantes capuchinhos de Teologia (1940 – 1942); foi assistente da Custódia Provincial e depois, Custódio Provincial (1952 – 1956); pároco em Alagoinhas; vigário e diretor da Escola Agrícola de Esplanada; Superior do convento em Alagoinhas; novamente Pároco da Paróquia de Santo Antônio em Alagoinhas (1986 – 1987); lançou a primeira pedra e inaugurou a igreja Matriz de Santo Antônio – hoje, Catedral. (Com a vinda dos padres alemães para essa paróquia, a igreja sofreu algumas modificações).

Igreja de São Francisco de Assis - Alagoinhas - Bahia

Frei Leão passou 26 anos em Alagoinhas. Além das atividades citadas, ele realizou muitas outras: Criou as escolas paroquiais, fundou o “Rosário da Caridade – entidade social que deu origem à Promoção Humana de Alagoinhas (Atual Cáritas Diocesana de Alagoinhas);


Igreja Catedral de Alagoinhas - Bahia


construiu chafarizes e centro comunitário no bairro Favela (hoje Bairro Santo Antônio); fundou o Lar Franciscano para abrigar idosas em situação de abandono; o centro comunitário de Alagoinhas Velha; reformou a igreja desse bairro; criou escolas de corte, costura e artesanatos; fundou a creche de Alagoinhas Velha para crianças pobres, filhas de pais e mães de baixa renda. Quis o destino ou a Providência que, justamente no dia da inauguração dessa creche, ele fosse acidentado e viesse a falecer dias depois – 24/10/1987.

Cidadão honorário de Alagoinhas. Título dado pela Câmara Municipal em reconhecimento pelo compromisso do venerável Frei Leão para com o povo desata cidade. Italiano que se fez missionário e, como tal, se fez brasileiro, baiano, irmão dos baianos, Pai espiritual do povo de Alagoinhas, ‘Patriarca desta cidade’, Pai da fé das famílias de Alagoinhas”.



Igreja de Santo Antônio de Alagoinhas Velha - Frei Leão está sepultado no interior dessa igreja

Seus restos mortais repousam no interior da igreja de Santo Antônio no bairro de Alagoinhas Velha – nesta cidade. Local mais apropriado não poderia existir, devido o grande amor que ele sempre demonstrou a seus habitantes.

LAR FRANCISCANO



Lar Franciscano Emma Barbetti - Alagoinhas - Bahia


O Lar Franciscano Emma Barbetti, em Alagoinhas – Bahia, é uma sociedade civil, de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter beneficente e assistência social e de inspiração cristã. Sua finalidade é a promoção de ações assistenciais as Idosas em situação de carência e desamparo familiar e, de modo especial, a velhice pobre e desamparada do município de Alagoinhas – conforme consta em seu Estatuto.

Essa instituição foi fundada pelo sacerdote capuchinho Frei Leão Ricci (Frei Leão de Marotta), em 20 de setembro de 1971. Ele deu toda a assistência material, moral e espiritual até a morte. Daí para cá, o pároco, o superior do convento, ou outro padre da comunidade capuchinha, continuam dando apoio moral e assistência religiosa.

Frei Leão Ricci (*02/07/1914 - Marotta (Itália) + 24/10/1987 - Alagoinhas -Bahia - Brasil) - fundador do Lar Franciscano Emma Barbetti em Alagoinhas - Bahia


Tendo em vista a sua origem, o Lar Franciscano mantém uma estreita ligação com a Ordem Franciscana Secular (OFS), sendo que, conforme seu Estatuto, 50% dos membros da diretoria devem ser de membros da OFS da Fraternidade São Francisco de Assis de Alagoinhas.





Grupo de internas do Lar - no pátio.


Critérios para admissão de uma idosa ao Lar Franciscano: Primeiramente, que seja carente e/ou abandonada, preferencialmente do município de Alagoinhas. Mas cada caso deve ser avaliado individualmente, tendo-se presente a indigência e o abandono dos familiares. O internamento é comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Municipal do Idoso. A entidade segue rigorosa e cuidadosamente as normas e exigências dos órgãos públicos que regulamentam essa matéria.

A casa tem capacidade para abrigar 34 internas, mas está-se fazendo uma ampliação que permitirá abrigar até 48 idosas.
O Lar Franciscano Emma Barbetti é administrado por uma Diretoria e pelo Conselho Fiscal, composta e eleita pela Assembléia Geral. Os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal não são remunerados.



Idosas do Lar em recreação

O Lar não é uma instituição de caridade gratuita. É mantido pela contribuição das próprias internas (dentro das possibilidades de cada uma); pela modesta mensalidade de seus sócios; por doações de voluntários e de convênios com a Ação Social do Município.



Endereço: Lar Franciscano Emma Barbetti
Rua Lauro de Freitas, 48
48.005-195 – Alagoinhas – Bahia.
Tel.: (75) 3422-1444. E-mail: larfran@oi.com.br.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

FREI FIDÉLIS , HOMEM EMPREENDEDOR.

Frei Fidélis de Itabaiana (Itabaiana - SE, 23/04/1918 - Salvador, 18/09/2010).


No dia 18 de setembro de 2010, Frei Fidélis de Itabaiana (Pedro Alves de Oliveira), da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, faleceu em Salvador e no dia 19, foi celebrada a missa de corpo presente na Igreja de são Francisco de Assis em Alagoinhas – Bahia. Seu corpo foi sepultado no Cemitério da Calu, nessa cidade.
Frei Fidélis faleceu aos 92 anos de idade e 68 de ministério sacerdotal. Maior parte de sua vida foi dedicada a Alagoinhas. Muito conhecido e querido na cidade e região. Sergipano de nascimento, natural de Itabaiana – SE, e cidadão alagoinhense pela gratidão de seu povo.
Ordenado em 1942, desde a juventude, Frei Fidélis atuou como pároco, distinguindo-se pelo seu espírito inovador. Na pastoral, dedicou-se, com ardoroso empenho, na formação religiosa da juventude através da Cruzada Eucarística e da Pia União das Filhas de Maria, além de outras de educar.
Com alegria, ele viu em sua idade madura e na velhice os frutos de seu trabalho, principalmente em Alagoinhas, com tantas pessoas engajadas na paróquia, nas pastorais, nos movimentos, as quais receberam, na infância e juventude, sólida formação religiosa.
Frei Fidélis sabia congregar na Cruzada eucarística e na Pia União das filhas de Maria crianças e jovens oriundas das famílias de mais destaque na sociedade, como as de origem mais humildes e dos bairros mais pobres. A organização, a disciplina e o bom gosto chamavam a atenção de todos. Seu zelo apostólico foi sempre sem par.
Muitas crianças e adolescentes da Cruzada Eucarística, mais tarde, ingressaram na Política e se tornaram vereadores, prefeito, vice-prefeito, deputado estadual. Outros conseguiram lugar de destaque no mundo empresarial ou como profissionais liberais bem sucedidos.
Também, Frei Fidélis se destacou na preocupação pela formação profissional de seus paroquianos, fundando a União das Voluntárias de Alagoinhas, com sede própria e oferecendo diversos cursos profissionalizantes. Muitas jovens e tantos jovens ingressaram no mercado de trabalho ou se mantiveram como autônomos, graças ao que aprenderam nos cursos ministrados na “escola de Frei Fidélis” - como chamavam. Nosso querido frei foi o pioneiro da Promoção Humana de Alagoinhas ou da Cáritas Diocesana de Alagoinhas.
Muitos foram “os desafios vencidos com fé”, na sua missão. A esse religioso faz jus o seu nome: Fidélis (fidelis – do latim = fiel). Obrigado Frei! Requiescat in pace – Amen.
Tiago de Assis Batista

sábado, 2 de outubro de 2010

FREI VILARES

Frei Vilares paramentado e com a farda do Exército


No dia 30 de setembro de 2010, faleceu em Salvador - Bahia Frei Lourival Pereira Vilares ( Frei Jorge de Altamira). Com a presença dos confrades capuchinhos, religiosas, familiares, amigos e representantes do Exército Brasileiro - ao qual ele serviu como capelão - foi celebrada a missa de corpo presente, na Igreja Nossa senhora da Piedade, em Salvador, às 14h do dia primeiro de outubro. Após a missa, seu corpo foi conduzido ao Cemitério do Campo Santo, onde foi sepultado.


Frei Vilares nasceu no distrito de Altamira, município de Conde - Bahia, no dia 27 de outubro de 1923, adolescente, entrou para o Seminário Seráfico em Esplanada - Ba., ingressou no noviciado capuchinho aos 14 de fevereiro de 1942; preferiu os votos simples aos 15 de fevereiro de 1943; fez os votos solenes aos 17 de agosto de 1946; foi ordenado sacerdote pela imposição das mão de Dom Augusto Álvaro Cardeal da Silva aos 11 de junho de 1949.


Iniciou suas atividades como professor no Seminário Seráfico de Esplanada, depois, no Seminário Seráfico Santo Antônio em Feira de Santana - Ba. Exerceu o múnus sacerdotal em várias paróquias de estado da Bahia: Esplanada, Conde, Rio Real; Acajutiba, aporá, Alagoinhas, Feira de Santana, Jaguaquara, Ituruçu e em tantas outras.


Foi capelão militar do Éxército Brasileiro, atuando em Recife por 30 anos. Indo para reserva, ainda serviu á provincia nas comunidades de Feira de Santana, Salvador e Alagoinhas. sua partida deixa grande saudade em todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele ou dele se aproximarem. que repouse em paz e a Luz Perpétua o ilumine.