domingo, 5 de fevereiro de 2017

Ruth Cardoso morreu magoada com o dossiê forjado por Dilma Rousseff e Erenice Guerra


Lula, dona Ruth Cardoso também morreu triste. Facínoras como Dilma e Erenice MONTARAM um falso relatório em que afirmaram que dona Ruth havia comprado objetos em sex shop com cartão corporativo. LEMBRA-SE? Ah, sei, vc é aquele que NUNCA sabe de nada quando envolve SEU partido....

Todo sofrimento me comove, toda morte me causa pesar, mas não vi tanta apelação politiqueira contra os causadores da morte de Ruth Cardoso como fazem agora contra os responsáveis pela Lava Jato, operação que está limpando o Brasil ao combater a corrupção.

Li e reli o livro "Fragmentos de uma vida", por Ignácio de Loyola Brandão, que retrata de forma brilhante quem foi Ruth Cardoso, sua história e sua trajetória dedicada a melhorar a vida das pessoas.

O autor conta, por exemplo, que Ruth Cardoso morreu magoada com o dossiê forjado por Dilma Rousseff e Erenice Guerra.

Vejam trecho do livro:

"Ruth Cardoso tinha razão quanto a querer se distanciar da política como ela é feita no Brasil e em certos setores de Brasília. Ela, que sempre foi uma pessoa célebre pela integridade e pelo cuidado com a coisa pública, se viu ameaçada pela então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com um escândalo em torno de um dossiê sobre os gastos corporativos da Presidência, em que alegava que Ruth havia despendido milhares de reais ou dólares em compras fúteis, inúteis e banais, em vinhos e comidas. Caiu mal no mundo político, no qual Ruth sempre foi respeitada até mesmo pelos adversários mais ferrenhos. O jornalista Augusto Nunes, que tem um blog dos mais visitados, não resistiu e comentou: "Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido". Pegaram pesado e Ruth sentiu o baque, logo ela que sempre teve o cuidado de separar o privado do público, até mesmo no aluguel de filmes exibidos no palácio. O dossiê teria sido preparado pela secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. As reações contra o dossiê foram imediatas e a chefe da Casa Civil se desculpou, voltou atrás. Ruth, elegantemente, ainda que magoadíssima, aceitou as desculpas, porém o círculo íntimo sabe quanto isso a feriu e atingiu um coração já afetado."


Comício no velório


Comício no velório assusta Augusto de Franco: “Só um psicopata teria coragem de fazer o que Lula fez hoje”

Augusto de Franco é um escritor, palestrante e consultor que atuou por 20 anos com programas de desenvolvimento local por meio do investimento em capital social. Ele fundou em 2008 a Escola-de-Redes: uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving (hoje com cerca de 11.600 pessoas conectadas).

Em seu Facebook, ele postou, sobre o apavorante fato de Lula ter usado o velório de sua esposa como palanque: “Só um psicopata teria coragem de fazer o que Lula fez hoje. Instrumentalizar a morte da própria mulher para a luta política. É pavoroso.”

Ao que parece, inicialmente a tática petista era de que Lula não falasse nada, até para não passar a imagem de desumanidade ao público. Daí vários outros petistas iriam politizar a morte de Marisa. Mas Lula parece ter cedido ao impulso e tentou aproveitar a morte de Marisa para discursar contra a Lava Jato. O efeito tem sido extremamente negativo para o ex-presidente, que agora pode ficar estigmatizado como aquele que até politizou a morte da mulher.

Análises sobre sua possível psicopatia tendem a surgir, como no caso da abordagem de Augusto de Franco.

5 DE FEVEREIRO DE 2017

SAGRAÇÃO EPISCOPAL DE DOM FREI RUBIVAL, OFM Cap


11 de fevereiro de 2017, às 16h, no Ginásio de Esportes Raul Ferraz
Vitória da Conquista - Bahia


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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Moro: “O corrupto é pior que o ladrão e tão maligno quanto o assassino”


“Não existe crime mais sério do que a corrupção. Outras ofensas violam uma lei enquanto a corrupção ataca as fundações de todas as leis”

Não existe ofensa mais grave do que a daquele no qual é depositada tão sagrada confiança, quem a vende para seu próprio ganho e enriquecimento, e não menos grave é a ofensa do pagador de propinas.

Ele é pior que o ladrão, porque o ladrão rouba o indivíduo, enquanto que o agente corrupto saqueia uma cidade inteira ou o Estado.

Ele é tão maligno como o assassino, porque o assassino pode somente tomar uma vida contra a lei, enquanto o agente corrupto e a pessoa que o corrompe miram, de forma semelhante, o assassinato da própria comunidade.

Papa: “Os divorciados não estão excomungados, fazem parte da Igreja”

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Pontífice diz ainda que mesmo começando um novo relacionamento continuam na Igreja.
MARÍA SALAS ORAÁ
“A Igreja não tem as portas fechadas para ninguém.” É a frase que o papa Francisco usou para concluir, nesta quarta-feira, sua audiência geral, a primeira depois de mais de um mês sem realizar nenhuma por causa do verão europeu. Em sua busca por não excluir ninguém da Igreja Católica e sua tentativa de abri-la a novas formas de família, Jorge Bergoglio fez referência aos divorciados que voltaram a se casar, pessoas que “não estão excomungadas, como alguns pensam”, mas que “sempre serão parte da Igreja”.

Uma abertura que o próprio Bergoglio afirma ser contraditória e que levantaria críticas dentro da própria Igreja, porque a doutrina sustenta que as pessoas que estão divorciadas contradizem o sacramento do matrimônio e, portanto, estão excomungadas. No entanto, Francisco defendeu que era preciso “manifestar a disponibilidade” para eles. Afirmou ser consciente de que “esta situação contradiz o sacramento cristão”, mas apelou para que a Igreja atue como uma “mãe que procura o melhor” e não exclua ninguém.

“É preciso uma recepção calorosa e fraterna, no amor e na verdade, para essas pessoas que, na verdade, não estão excomungadas, como alguns pensam: sempre serão parte da Igreja”, afirmou.

Na verdade, argumentou que o risco de deixar de fora da Igreja os divorciados é negligenciar as crianças pequenas, que ficariam sem uma educação cristã. E perguntou: “Como podemos pedir a estes pais que eduquem seus filhos na vida cristã se estão distanciados da vida da comunidade?”. A Igreja é, para Bergoglio, “a casa paterna na qual há espaço para todos” e da qual os divorciados também “podem fazer parte”.

É o primeiro Papa que afirma que os divorciados não devem ser afastados da comunhão, uma ideia que Francisco tinha sugerido em outras ocasiões. De fato, em junho passado, chegou a admitir que, às vezes, a separação de um casamento pode ser “moralmente necessária” quando acontece para proteger o cônjuge mais fraco ou crianças pequenas. Em seguida, recusou-se a chamar este tipo de situações familiares como “irregulares” e pediu que a Igreja se dedique a ajudar e acompanhar essas famílias.

“Quando os adultos perdem a cabeça, quando se pensa apenas em si mesmo, quando o pai e a mãe se machucam, a alma das crianças sofre muito, sente o desespero”, argumentou Jorge Bergoglio para defender que as separações podem ser necessárias em certos casos. Nessas situações, lembrou, “muitas vezes, as crianças se escondem para chorar sozinhos”, um sofrimento que o bispo de Roma gostaria de evitar e cuja solução pode passar pela separação.

Da mesma forma que sobre os divorciados, Francisco demonstrou, em outras ocasiões, sinais de abertura em relação às mulheres e aos homossexuais. Sobre as mulheres afirmou que “é necessário aumentar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja”, enquanto que sobre os homossexuais se perguntou: “Quem sou eu para julgar os gays?”. Por isso, Bergoglio defende que a Igreja não deve fazer uma “interferência espiritual” na vida pessoal, porque “Deus na criação nos fez livres”. O trabalho da Igreja deve ser, de acordo com o Papa, o de acompanhar todas as pessoas, sem julgar ou excluir.

O papa Francisco e a carne

Papa no Vaticano, no dia 20 de janeiro.  (EFE)
Juan Arias - 25-01-17
Por que o papa Francisco é diferente? Por que às vezes gosta mais dos agnósticos e até dos ateus do que muitos católicos conservadores?

A resposta aparece recente entrevista concedida a este jornal. Quem, como este jornalista, conheceu sete papas, pode notar a diferença entre Francisco e a maioria dos pontífices da era moderna.
Para os novos fariseus do poder eclesiástico, Francisco não é papa. Demasiado corporal e da rua.
O papa Francisco, ao contrário, é um papa que não se ofende com a corporeidade. Por isso é um papa que beija e abraça e, além disso, de verdade.

Sua obsessão, como aparece na entrevista, é mostrar que o cristianismo é proximidade. O Deus cristão é o da encarnação.

“Proximidade é tocar, tocar no próximo a carne de Cristo”,  disse aos jornalistas do EL PAIS.

Essa é a diferença entre o burocrata e o pastor. O primeiro conta o número de ovelhas, o segundo cuida delas, dá de comer e beber e se preocupa quando elas ficam doentes.

Francisco citou Mateus 25, em sua entrevista, uma passagem na qual está resumida a força do cristianismo: “Tive fome, estive preso, estive doente”. Todo o resto, de acordo com o Papa, pode ser pura beneficência.

Isso explica por que Francisco pede aos sacerdotes que acolham os divorciados, os gays, as mulheres que abortaram. Não faz filosofia ou teologia. Interessa para ele mais as pessoas com suas dores e pecados que as leis frias do Direito Canônico.

Também disse na entrevista que seu único modelo é o dos Evangelhos. E neles, Jesus não afastava nem as prostitutas nem os leprosos, físicos ou simbólicos. Era duro, isso sim, com a hipocrisia.

Já existe no Vaticano quem sussurra que espera que seu sucessor “volte a ser papa”. Para os novos fariseus do poder eclesiástico, Francisco não é papa. Demasiado corporal e da rua.
A Igreja durante séculos esteve mais interessada nos que respiravam saúde e poder do que nos frágeis do mundo
Como Cardeal de Buenos Aires, uma senhora confessou orgulhosa que, cada vez que encontrava um mendigo, “dava uma esmola”. Francisco perguntou: “A senhor joga no chão as moedas ou coloca nas mãos dele e toca nele?”.

Aos bispos, aqui no Brasil, lembrou que eles não deviam andar por aí como príncipes, mas “com cheiro de ovelha”.

Quando Pio XII descia da Basílica de São Pedro para se encontrar com os peregrinos que beijavam suas mãos, assim que voltava aos seus aposentos pedia correndo álcool para desinfetar as mãos.

Voltar para os papas anteriores para quem o toque, a carne, o concreto era apenas pecado?

Melhor Francisco, que se confessa pecador e talvez por isso se entenda melhor com os que tropeçam do que com os que são puros.

“Não vim para ajudar os saudáveis, mas os doentes. Não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mc. 2,17).

A Igreja durante séculos esteve mais interessada nos que respiravam saúde e poder do que nos frágeis do mundo.

Francisco está quebrando tabus reacionários na Igreja que pareciam petrificados para sempre.

Nenhum papa anterior teria se atrevido a dizer, como ele, que quando alguém se encontra com alguém no caminho, não pergunta se acredita em Deus, mas se faz algo pelos outros.

A dele é a religião do próximo com quem compartilha alegrias e lágrimas, vitórias e também tropeços.

Não é pouco.



Sergio Moro afirma: "Minha missão é prender todos os corruptos, vou deixar o País limpo"'


Sérgio Moro, com 20 anos de carreira antes tão criticado por aqueles que não acreditavam na evolução da Lava-Jato e hoje um exemplo para a magistratura da democracia brasileira.

Agindo contra a corrupção em menos de dois anos, o juiz de Curitiba-Parana condenou políticos e empresários nas mais graves penas.

Em uma de suas primeiras entrevistas Sergio Moro afirma: "Jamais entraria para a politica, mas agora que estou aqui, é pelo BRASIL, e minha maior missão é prender todos os corruptos; o Brasil irá ser livre da corrupção".