quarta-feira, 5 de julho de 2017

LULA DIZ QUE BRASILEIRO JÁ ESQUECEU ROUBALHEIRA DO PT E SÓ QUER SABER DE BOLSAS E VAI VOTAR NELE

4 de julho de 2017
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um incorrigível. Acredita que o brasileiro já esqueceu as roubalheiras do PT. E que a eleição de de 2018 será decidida por quem for mais convincente em prometer 3 refeições diárias para as classes menos favorecidas.

Ele disse a petistas paulistas, segundo informa a Folha de S. Paulo, que “o partido deve investir nas classes de baixa renda, hoje, na sua opinião, saudosas de seu governo. De acordo com participantes, Lula afirmou que, para o brasileiro, o importante é ter três refeições à mesa por dia”.

Na reunião, Lula debitou o resultado negativo do partido nas eleições de 2016 na conta dos petistas que se deixaram intimidar no ano passado e não foram às ruas em defesa da sigla. Ele repetiu que não se deve ter vergonha de defender o partido.

“Na dúvida e no aperto, a rua é o melhor caminho”, disse o ex-presidente, segundo participantes.

Lula fez um histórico da trajetória do partido no Estado desde 1982. Lembrou que o PT conta com 30% dos votos em São Paulo e disse que é preciso romper essa barreira para se chegar ao Palácio dos Bandeirantes.

Ele recomendou que os petistas ocupem as rádios do interior de São Paulo, assim como ele, que dá duas entrevistas por semana para emissoras do interior do Brasil.

Ainda segundo petistas, Lula disse que o partido deve investir nas classes menos favorecidas, hoje, na sua opinião, saudosas de seu governo. De acordo com participantes, Lula afirmou que, para o brasileiro, o importante é ter três refeições à mesa por dia e o PT trabalha por isso.

Via Cesar Weis

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Lançado à Presidência, Alvaro Dias convoca sociedade para impedir que roubem também o sonho de mudar o Brasil


Publicado: 1, julho 2017

Postado por: Pedro Ribeiro

O senador paranaense, Álvaro Dias,foi lançado neste sábado, em Brasília, candidato à Presidência da República pelo Podemos. O anúncio foi feito pela deputada federal, Renata Abreu, presidente do partido, em solenidade no Centro de Convenções Ulisses Guimarães e na presença de mais de duas mil pessoas, entre elas prefeitos e deputados que se filiaram à nova agremiação que substitui o antigo PTN. Impedido de comparecer, o senador Romário Faria encaminhou um vídeo saudando o novo partido e seu colega Álvaro Dias.

Álvaro Dias, em seu discurso, criticou o atual sistema de governo, que chamou de promíscuo e corrupto e que jogou o Brasil e os basileiros na lama. “Temos que ressuscitar a esperança da sociedade para, juntos, lutarmnos por mudanças e abominar os governos envolvidos em escândalos quando, nas filas de hospitais vemos milhares de pessoas pedindo socorro e pais e mães desesperados pedindo por segurança pública, enquanto o país está mergulhado na violência, fruto de uma herança maldita, financiada por governos corruptos”,disse.

Em ato marcado por discursos pesados, principalmente contra o governo, a palavra de ordem era Podemos que, entre outros adjetivos, significa ter força, coragem, capacidade e direito para mudar. A deputada federal, Renata Abreu destacou a história política e pública do senador Álvaro Dias, afirmando que ele tem toda a capacidade de dirigir os destinos da nação.

Dias afirmou que “é preciso fazer uma leitura correta do que vem acontecendo hoje no Brasil, com um governo mergulhado em denúncias de corrupção que joga dinheiro no ralo e deixa de realizar investimentos com vistas ao crescimento, desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida dos brasileiros”.

Segundo o senador, o “Podemos é totalmente independente das atuais ideologias partidárias, sem vínculo ideológico, sem extrema direita ou esquerda e vai ser transparente e terá uma interação permanente com a população, ouvindo constantemente sobre os mais variados temas”.

Entre as lideranças polítialvaro jotacas que assinaram ficha no Podemos, estava o empresário paranaense, Joel Malucelli, que lembrou a atuação do senador e ex-governador paranaense, o que disse conhecer e honrar com sua amizade por quatro décadas. “Precisamos de um governante com o espírito público e político de Ávaro Dias que, ao longo dos anos se transformou na voz forte do Congresso Nacional no combate à corrupção e as mazelas que nos envergonham como cidadãos”.

O primeiro a falar na solenidade de filiação ao Podemos foi o ex-jogador de futebol profissional, Marcelinho Carioca, ídolo da torcida corinthiana que fez um discurso em defesa do esporte e na valorização dos professores. Depois foi a vez de vários deputados se pronunciarem sobre o novo partido e a liderança do senador Álvaro Dias.

O senador voltou a lembrar sobre o batalhão de desempregados hoje no Brasil que passa de 12 milhões de pessoas. Condenou a herança da dívida que esmaga o povo brasileiro e da política econômica dos governos que sangraram o BNDES financiando ditaduras corruptas e sanguinárias.

Álvaro Dias fez um apelo aos presentes pedindo para que todos ajudem a arrancar o Brasil das mãos sujas que hoje dirigem a nação e pediu apoio às reformas. Por fim, convocou a militância para caminhar com fé em Deus, trabalho, força e esperança para um futuro promissor. “Vamos impedir que nos roubem nossos sonhos e esperanças. Com alma e amor no peito, vamos reconstruir nosso País”, pediu.

Entre os presentes na solenidade, estavam o ex-senador Osmar Dias, ex-prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, que assinou ficha no Podemos, empresário e líder classista, Coronel Sergio Malucelli, ex-governador Mario Pereira, empresários Hiran Mora Castilho, Alvaro Sheffer,e da Associação dos Advogados da Defensoria Pública de Santa Catarina, Ralphe Zimer Junior, prefeito de Maringá, Ulisses Maia e o embaixador da Ucrânia, Rostyslav Tronenko.

sábado, 1 de julho de 2017

OS VAGABUNDOS "VERMEIOS"...QUEM É O GREVISTA DE GREVE GERAL?


Caio Portella
Editorial do Blog do C@io.

Inicialmente cabe perguntar: como pode ser “geral” uma greve sem apoio da população? Pelas siglas das bandeiras que agitam, os habituais construtores da confusão e suas massas de manobra acham muito bom o ambiente político promovido na Venezuela e os resultados colhidos em Cuba. Creem, então, ser de boa política demonstrar força parando o país na marra. O sucesso deles depende do fracasso de todos os demais.

São pequenos grupos articulados nacionalmente. Param o transporte coletivo na base da pedrada e do “miguelito”, mas não são, eles mesmos, motoristas de ônibus porque isso é muito trabalhoso. Bloqueiam rodovias e avenidas, incendiando pneus, mas não são, eles mesmos, transeuntes desses caminhos. Impedem os demais de trabalhar, mas são raros, raríssimos em tais grupos, os ativistas que ganham seu sustento com o suor do próprio rosto. Menor ainda é o número daqueles cuja atividade, por sua natureza, agrega algum valor à economia nacional. Querem é distância do mérito, da concorrência, do livre mercado. São nutridos por alguma teta política, pública, sindical ou familiar. São, estes últimos, filhinhos do papai entregues à sanha dos encolhedores de cabeças do sistema de ensino. É a geração nem-nem, mas com direito a mesada.

O que estou descrevendo aqui por intuição, os italianos diriam ser algo que “si sente col naso” (se percebe com o nariz). E bem mereceria ser objeto de uma pesquisa acadêmica. Conviria à sociedade conhecer o perfil dessas pessoas que volta e meia se congregam para infernizar a vida dos outros. No entanto, também com o nariz, posso intuir que a academia brasileira não teria o menor interesse em executar essa tarefa porque ela iria desmoralizar, politicamente, as seivas de que essa militância se nutre. E as grandes empresas de comunicação? Bem, pelo que tenho visto ao longo deste dia 30 de junho, tampouco elas, diante das depredações e da queimação de pneus, pronunciaram uma sílaba sequer que fosse além da mais cirúrgica narrativa dos fatos em curso.

Tão lépidos em comentar tudo, entendam ou não dos assuntos, demonstram-se, hoje, absolutamente indispostos a qualquer análise do que está acontecendo. No entanto, há uma riqueza de conteúdo, tanto no que não aconteceu quanto no que aconteceu. Tudo por ser investigado.

Creio que só uma colaboração premiada poderia desvendar as entranhas dessas articulações político-ideológicas tão nocivas ao bem comum…(P. Puggina)




 Fonte: https://www.facebook.com/caio.portella.9



segunda-feira, 26 de junho de 2017

LULA É CITADO 68 VEZES NA SENTENÇA QUE CONDENOU PALOCCI


Mesmo não sendo réu na ação penal que condenou Antonio Palocci a 12 anos de cadeia, o nome do ex-presidente Lula é citado 68 vezes na sentença do ex-ministro, seja em trechos destacados pelo juiz Sergio Moro ou nas transcrições dos depoimentos que foram usados como provas para estipular as penas de cada réu. O ex-presidente da República deverá conhecer nos próximos sua primeira sentença na Lava-Jato, no caso da compra do tríplex no Guarujá.

Em um dos trechos da sentença, o juiz Moro, ao analisar o conteúdo de e-mails, cuida de identificar o personagem “italiano”, que tinha influência junto ao presidente Lula. “Percebe-se ainda que “Italiano” é a pessoa com acesso ao então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que é também o caso de Antônio Palocci Filho”, escreve o juiz. “Chama ainda a atenção a referência de que, apesar do veto, seriam cogitadas alternativas junto ao então Presidente, “tributárias e ou com a Petrobrás”, para compensar o Grupo Odebrecht, prova da intenção de solicitação de contrapartida ilegal em favor dele por parte do Governo Federal”, diz o texto.

O juiz Moro faz nova referência a Lula ao trascrever depoimento do executivo Pedro Novis, da Odebrecht. “(Novis) admitiu que tratou com Antônio Palocci Filho de doações de recursos não-contabilizados para as campanhas eleitorais do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e 2006”. Ainda citando Novis, o juiz destaca trecho do depoimento no qual o executivo identifica outro personagem ligado a Lula: “Em indagação da Defesa de Antônio Palocci Filho acerca da mensagem eletrônica do item 317, na qual figura como destinatário, (Novis)esclareceu que “Seminarista” era o codinome de Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que “Ital” era Antônio Palocci Filho”.

Em seguida, a sentença faz menção ao codinome do presidente Lula nas planilhas de distribuição de propina da Odebrecht: “A planilha retrataria um conta corrente informal entre o Grupo Odebrecht e agentes do Partido dos Trabalhadores, especificamente “Italiano” que seria Antônio Palocci Filho, “Pós Itália” que seria Guido Mantega e “Amigo” que seria o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

O juiz Moro também transcreve trechos do depoimento de Marcelo Odebrecht, nos quais o executivo confirma ser Lula o “Amigo” citado nas planilhas: “Marcelo Bahia Odebrecht admitiu que a planilha “Posição Programa Especial Italiano” foi elaborada ao seu pedido e que retratava “o programa que eu tinha com o Palocci”. Todos os pagamentos ali retratados, salvo os lançados a título de “Pós-Itália” teriam sido solicitados ou autorizados por Antônio Palocci Filho. “Pós Itália” seria uma referência a Guido Mantega e “Amigo” ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, escreveu Moro.

Na sentença, o juiz destrincha os valores disponibilizados na conta corrente geral mantida entre o Grupo Odebrecht e agentes políticos do Partido dos Trabalhadores, com base nos depoimentos dos executivos da construtora. O juiz cita vários valores, como o dinheiro aplicado em eleições no Brasil e no exterior e 12 milhões de reais destinados à aquisição de um prédio para o Instituto Lula, edifício que depois foi recursado pelo ex-presidente.

Lula também aparece no capítulo da sentença destinado a explicar a atuação da marqueteira Mônica Moura, esposa de João Santana. Confrontada com a planilha Italiano, da Odebrecht, diz a sentença, Mônica “confirmou o recebimento de dezoito milhões de reais em 2008 do Grupo Odebrecht, de cinco milhões e trezentos mil reais em 2008 para campanha em El Salvador, com os valores pagos pelo Grupo Odebrecht por solicitação do ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, e, mais relevante para o presente feito, que receberam em 2011 pagamentos no exterior pelo Grupo Odebrecht para quitar dívida relativa à campanha presidencial de 2010”.

O nome do ex-presidente também aparece no trecho da sentença dedicado ao ex-diretor da Petrobras Renato Duque. Primeiro, a informação de que o então tesoureiro João Vaccari Neto começou a atividade de arrecadação de dinheiro para o PT em 2007, por indicação do então presidente Lula. O juiz lembra ainda que Duque disse que os valores destinados ao PT iriam para José Dirceu e para o ex-presidente Lula, sendo uma parcela administrada por Palocci. Na sentença, o juiz destaca três encontros que Duque diz ter tido com o ex-presidente Lula após sua saída da Petrobras, em 2012, encontros esses que Lula nega.

MORO CONDENA PALOCCI A DOZE ANOS DE PRISÃO NA LAVA JATO


O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em 1ª instância, condenou, na manhã desta segunda-feira, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci Filho a doze anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A decisão foi proferida em um processo que envolve a atuação da Odebrecht junto a Petrobras, favorecida em troca de repasses de propina ao PT. A sentença também condenou o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, os marqueteiros João Santana e Mônica Moura, ex-diretores da Petrobras e ex-executivos do grupo Odebrecht.

Na sentença, Moro ressalta que Palocci foi considerado sem antecedentes, uma vez que ainda não foi condenado em outros processos a que é acusado. O juiz ressalta, no entanto, que deve ser considerado negativamente o fato dos valores desviados terem envolvido pagamentos de serviços em campanhas eleitorais. “A contaminação com recursos do crime do processo político democrático é o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras”, escreveu na sentença o magistrado.

De acordo com as delações do grupo Odebrecht, que o juiz avalia terem sido corroboradas por provas, o ex-ministro interferiu nas decisões do governo federal em favor da empresa, em troca de recursos para as campanhas do PT. Seria ele o “Italiano”, codinome ao qual são associados repasses de valores nas planilhas encontradas pela Polícia Federal durante ações na empresa, nas casas e escritórios de executivos.

Nas suas alegações finais, Palocci negou as acusações e pediu a absolvição. Ele está preso preventivamente desde setembro de 2016 e continuará detido após a condenação, mesmo que recorra da decisão. O tempo cumprido agora será debitado da pena que lhe for imputada ao final do processo. O ex-ministro negocia acordo de delação premiada, com a expectativa de que possa comprometer ainda mais a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cujo processo entra agora no radar de Moro, uma vez que também já foram cumpridas todas as etapas processuais, faltando a sentença.

domingo, 25 de junho de 2017

Armarinho São João 70 anos Alagoinhas Ba



https://www.youtube.com/watch?v=2YMDsZUNvvI&feature=youtu.be&t=10

GLEISI HOFFMANN USA TOM AMEAÇADOR CONTRA MORO E DALLAGNOL E PODE SE DAR MAL


Da Redação - 25/06/2017

A senadora e presidente do Partido dos Trabalhadores, #Gleisi Hoffmann, teve uma atitude de grande ódio nesta quarta-feira (21), ao subir na tribuna. Ela acusou o juiz federal Sérgio #Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol de usarem estratégias para ferrarem o povo brasileiro. Além disso, acusou os dois de usarem o processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ganharem dinheiro com palestras, que segundo ela, variam de R$ 30 mil a R$ 40 mil.

Essa atitude da senadora pode trazer grandes problemas para ela. Ela e seu marido, Paulo Bernardo, foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Eles podem ter sidos beneficiados com cerca de R$ 1 milhão desviados da Petrobras.

A denúncia da PGR aponta que o ex-diretor de Abastecimento da estatal petrolífera, Paulo Roberto Costa, teria liberado recursos para o casal em troca de apoio para permanecer no cargo.

A senadora esqueceu desses fatos e decidiu fazer duras críticas aos trabalhos do juiz Sérgio Moro.

Gleisi passou dos limites e chamou o processo da Lava Jato de “safadeza”. Depois, em tom ameaçador, mandou um recado para o juiz e o procurador Deltan. A senadora acusou eles de ganharem dinheiro em cima dos processos da Lava Jato. Segundo ela, Moro e Dallagnol estão agindo vergonhosamente ao cobrarem por palestras contando coisas que não têm provas. “Tenham decência”, disse ela.

Desrespeito ao juiz

A senadora continuou a falar enlouquecida e mandou um aviso ao magistrado.

Ela foi enfática e disse que se Moro condenar Lula, os aliados do ex-presidente não vão aceitar isso. “Uma eleição sem Lula é fraude”, disse ela.

Na visão da presidente do #PT, se Moro condenar Lula, isso será uma decisão política para impedir que o ex-presidente se candidate à Presidência da República. Ela deixou claro que não irá ficar quieta e que iria denunciar ao mundo todo esse tipo de fraude eleitoral.

Para Gleisi, impedir a candidatura de Lula é “ferrar” o povo brasileiro.

Sérgio Moro

O juiz Sérgio Moro foi procurado para comentar as ofensas da senadora. Moro “diminuiu” Gleisi e disse que não cabia responder as acusações de pessoas que são réus por crimes de corrupção. Na verdade, o juiz parece ter ignorado as afirmações de Gleisi Hoffmann, que para o magistrado, são apenas desesperos de quem não está condizente com a Lei.

Gleisi se dedicou a defender Lula e pode não se sair bem dessa.