sexta-feira, 22 de abril de 2011

COMUNIDADE DA PRAÇA SANTA ISABEL - ALAGOINHAS / BAHIA

Paróquia N. S. de Fátima - Igreja Martriz - Alagoinhas -Bahia


Podemos datar o início da Comunidade da Praça Santa Isabel com o lançamento da primeira pedra de sua capela dedicada a Nossa Senhora de Fátima no dia 13 de maio de 1956. Na época alagoinhas possuía somente uma paróquia – a de Santo Antônio.
O pároco de então era o capuchinho Frei Fidélis de Itabaiana (foto ao lado), tendo como cooperadores os freis do convento São Francisco de Alagoinhas. A ideia da construção da igreja da Praça foi de Frei Caetano de Altamira.
Toda a obra foi realizada em mutirão. Todo o material foi doado pela comunidade alagoinhense. Várias procissões foram organizadas, nas quais as pessoas traziam tijolos, telhas e outros materiais na cabeça, nos ombros, em carrinho de mão ou em lombo de animais. Muitos leilões foram realizados e as prendas eram também trazidas em procissão. Era uma verdadeira ação comunitária. Já se passaram 55 anos, mas as pessoas mais antigas do bairro, da cidade, e mesmo as que se mudaram de Alagoinhas, ainda se lembram daqueles eventos cheios de animação e piedade.
O Frei Caetano criou ali uma instituição beneficente denominada Rosário da Caridade. Essa instituição marcou o início da Promoção Humana da Paróquia de Santo Antônio.
Com a criação da Diocese de Alagoinhas, Dom José Cornelis, seu primeiro bispo, trouxe as Irmãs da Congregação das Religiosas Missionárias de Nossa Senhora das Dores. Foram elas, com a ajuda dos padres alemães que atuavam na paróquia –
Pe. Casimiro Spielmann (foto), Pe. Geraldo Brandstetter e Pe. Luís Jungbauer – do belga Pe. Freddy Goven e, por um tempo, do brasileiro Pe. Tiago de Assis Batista, que elas acompanharam e incentivaram o crescimento da comunidade que veio a se tornar paróquia – Paróquia Nossa Senhora de Fátima.
Não podemos deixar de recordar alguns nomes de religiosas que passaram Por essa comunidade. As pioneiras foram Ir. Tereza, Ir. Isabel e Ir. Maria da Glória. Depois, vieram Ir. Juliana, Ir. Martins, Ir. Carmélia e outras. Esses nomes são guardados com carinho no coração das pessoas da Comunidade da Praça e de outras comunidades onde elas atuaram. Foram essas irmãs que lançaram a semente da Comunidade de Senhor do Bonfim do Thompson Flores, sob a liderança de Irmã Isabel.
Graças à atuação evangelizadora dessas religiosas na comunidade, que Dom Paulo Romeu Dantas Bastos, com seu presbitério, achou que já era tempo de transformar a Comunidade a Praça Santa Isabel em paróquia.
No dia 28 de dezembro de 2003, é Criada a paróquia Nossa Senhora de Fátima e aquela capela construída em mutirão pela comunidade, torna-se igreja Matriz.
O Pe. João Primo de Carvalho e nomeado e toma posse como administrador Paroquial. Uma das primeiras realizações do Pe. João Primo foi a criação da Cáritas Paroquial e um incentivo à Pastoral Carcerária.

Pe. João Primo tendo sido chamado a exercer outra missão na Diocese, Pe. Carlos Alberto (Betinho) assume como novo administrador paroquial, tocando para frente a ações evangelizadores do antecessor e trazendo animação para toda a Paróquia.

(Fotos: Embaixo à esquerda, Pe. Betinho; à direita, Pe. João Primo).

terça-feira, 19 de abril de 2011

CPT APONTA AUMENTO DE CONFLITOS NO CAMPO EM 2010.

Um relatório de 181 páginas intitulado Relatório dos Conflitos no Campo Brasil 2010, lançado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) relata em o aumento dos conflitos em 2010.
Segundo esse documento, em 2010, houve 638 ocorrências de conflitos por causa de terra, contra 528 no ano anterior; foram registrados 204 casos de trabalho escravo, em 2010.
“Os dados mais alarmantes são em relação aos conflitos pela água. Foram 87 em 2010, o dobro em relação a 2009, que registrou 45 conflitos” – afirma o relatório.
Segundo o presidente da Comissão Pastoral da Terra, Dom Ladislau Biernaski, “falta muito trabalho até a Reforma Agrária realmente acontecer no Brasil” e completou: “Queremos dizer que na terra ainda não existe paz porque esta terra ainda não é bem repartida e a Reforma Agrária ainda não saiu do papel”.
Depoimento de Dom Tomás Balduíno - conselheiro permanente da CPT:
A CPT trabalha para levantar os caídos e para colocar em evidência os conflitos que o Governo tenta esconder”. Segundo ele, há dois inimigos da divulgação desses dados para a sociedade: “O Estado e o Poder Econômico.

(Foto acima: Dom Tomás Balduíno - conselheiro permanente da CPT)
Veja matéria completa: http://www.cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/caridade-justica-e-paz/6352-relatorio-da-cpt-aponta-aumento-de-conflitos-no-campo-em-2010

sábado, 16 de abril de 2011

DIOCESE DE ALAGOINHAS ENVOLVE SOCIEDADE NO TEMA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE








A Diocese de Alagoinhas, comprometida com o tema da Campanha da Fraternidade deste ano – Fraternidade e Vida no Planeta - vem colocando o tema em discussão com a sociedade, buscando realizar neste ano uma ação concreta em Alagoinhas. Um primeiro passo foi a organização de uma sessão solene sobre o tema da Campanha na Câmara dos Vereadores; depois, o grupo coordenador pensou em organizar um Simpósio Ecológico, envolvendo instituições oficiais, ONGs, escolas e pessoas físicas da área do meio-ambiente. Dois simpósios foram planejados. O primeiro realizou-se no dia 15 de abril, no auditório da Biblioteca Municipal Maria Feijó, tendo como convidados: SAAE, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Conselho Municipal de Meio Ambiente, Comitê de Bacias, UNEB, UNIRB, CETEPA, Escola Técnica El Shadai, Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores. Compareceu a maioria dos representantes das entidades convidadas. Usaram da palavra representantes da UNEB, da Secretaria de Meio-Ambiente, do CETEPA, do Conselho de Conservação do Meio-Ambiente, do Comitê de Bacias e outras pessoa da plateia. Visível a preocupação de cada um com a situação do meio-ambiente em Alagoinhas e região. Foram levantados os problemas das lagoas, rios, matas ciliares, expansão do plantio de eucaliptos, situação dos esgotos, problema do lixo, aterro sanitário ineficiente, entidades poluidoras e outras. Cada entidade disse o que tem feito ou estão se fazendo e os projetos para solucionar o problema e as dificuldades burocráticas encontradas. Em todos os oradores viam-se a preocupação e a paixão pela causa do meio-ambiente. Um segundo simpósio está marcado para o dia 29 de abril, no mesmo local, às 19h30. Entidades convidadas: UAMA, UARA, FADES, CORAL, Grupo De Olhos N’Água, DIREC, SEDUC, Faculdade SS Sacramento, Faculdade Santo Antônio, UNOPAR e as entidades convidadas que faltaram ao simpósio anterior.


JÁ NOTIFICADOS 31 CASOS DE DENGUE EM ALAGOINHAS

Conforme matéria publicada no Portal Oficial da Prefeitura de Alagoinhas pela Assessoria de Comunicação (ASCOM) O Centro de Referência de Assistência Social – CRAS de Nova Brasília, em parceria com a Secretaria de Saúde – SESAU, promoveu no dia 14 de abril de 2011, uma palestra sobre o combate ao foco do mosquito da dengue. Segundo a SESAU, o Aedes Aegypti, causador da dengue, “vem se proliferando com rapidez no município de Alagoinhas”. Durante a palestra, as supervisoras de endemias da Vigilância em Saúde – VISAU, Jane Meire Oliveira e Maria de Lourdes Freitas Discorreram sobre o que é a doença, transmissão, tratamento, medidas para evitar a reprodução do mosquito, cuidados e a importância da participação da população no combate. Segundo informou a coordenadora Jane de Oliveira, “mesmo trabalhando ostensivamente no combate à doença”, 31 casos de dengue no município já notificados, sendo 25 positivos e seis descartados. “Os casos positivos são provenientes de quatro bairros: Jardim Petrolar, com 20 casos; Centro, com dois casos; Silva Jardim, também com dois e Pirinel, com um caso” - disse.

Veja o que o Poder Público Municipal vem fazendo pelo meio ambiente.

Clique aqui: 1. PREFEITURA PROMOVE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE BACIA DO RIO CATU

terça-feira, 12 de abril de 2011

MULHERES PRESAS SOFREM OUTRAS AGRESSÕES, COMO O ABUSO SEXUAL

A Pastoral Carcerária Nacional (CNBB) recebeu denúncia de maus tratos de policiais contra detentas em presídios. “As agressões físicas e sexuais ocorreram, principalmente, dentro da Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo, e foram encaminhadas ao Grupo Especial de Controle Externo da Atividade Policial do Ministério Público paulista”. Um dos relatos feitos em janeiro de 2011, afirma que uma presa foi agredida por policiais com golpes nas pernas, nos ouvidos e no abdome. Até gás de pimenta foi usado para torturar uma detenta, sem contar outros tipos de torturas, incluindo abusos sexuais. Não é só em São Paulo que isso acontece. A Pastoral Carcerária de Serrinha (Bahia) constatou casos de tortura e maus tratos contra presos no Conjunto Penal da cidade - conforme relatório do dia 20 de março. O Conjunto é administrado por uma entidade privada, mas a direção da unidade, no entanto, é comandada por servidores do governo do estado. >(Conf.: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/10/mulheres-presas-sofrem-outras-agressoes-como-abuso-sexual-924201489.asp)

domingo, 10 de abril de 2011

BENTO XVI CONSTERNADO COM O CRIME EM ESCOLA DO RIO DE JANEIRO

PAPA ENVIA MENSAGEM AO POVO DO RIO DE JANEIRO E SE DIZ CONSTERNADO COM ATENTADO CONTRA CRIANÇAS


O papa Bento XVI enviou um telegrama, na manhã do dia 8 de abril, ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, no qual se diz "profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas", no bairro de Realengo (RJ). O telegrama foi enviado por meio do secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone. Segundo o cardeal, o papa convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que "constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos", disse. No final da mensagem o papa concede a todo o povo brasileiro a sua Benção Apostólica. No mesmo telegrama, o núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, diz estar unido à dor dos que perderam parentes e amigos e manda uma mensagem ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani. "Uno às palavras do cardeal Tarcisio Bertone, à minha fervente oração a Deus Todo poderoso e rico em misericórdia, nesta circunstância tão dolorosa na sua arquidiocese", disse dom Lorenzo.

Leia a íntegra da mensagem abaixo:


Excelência Reverendíssima Cumpro o dever de transmitir a Vossa Excelência, o telegrama de Sua Eminência o cardeal Tarcício Bertone, Secretário de Estado: Exmo Revmo Dom Orani João Tempesta Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas em um colégio municipal no bairro do Realengo, o Sumo Pontífice deseja assegurar através de Vossa Excelência Revma sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus filhos e toda a comunidade escolar, com votos de pronta recuperação dos feridos. O Santo Padre convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos. Em nome de Deus, para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança, Sua Santidade Papa Bento XVI concede-lhes uma confortadora bênção apostólica. Cardeal Tarcísio Bertone Secretário de Estado de Sua Santidade Uno às palavras do Cardeal, minha fervente oração a Deus Todo poderoso e rico em misericórdia, nesta circunstância tão dolorosa na sua Arquidiocese. Aproveito o ensejo para expressar meus sentimentos de alta estima. Dom Lorenzo Baldisseri Núncio Apostólico.

segunda-feira, 28 de março de 2011

M.S.T. VIVE CRISE


1. MST VIVE CRISE E VÊ CAIR NÚMERO DE ACAMPADOS


2. FAMÍLIAS ESTÃO DESESTIMULADAS


3. PAUTA VAI FOCAR ÁREA AMBIENTAL E JÁ ASSENTADOS


4. A REALIDADE DO PAÍS MUDOU





1. MST VIVE CRISE E VÊ CAIR NÚMERO DE ACAMPADOS

Por Roldão Arruda e José Maria Tomazela, http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28157945

Às vésperas do início de sua jornada nacional de lutas, o chamado 'abril vermelho', o Movimento dos Sem Terra (MST), a maior organização do País dedicada à defesa da reforma agrária, enfrenta um dos desafios mais dramáticos de sua história: a contenção do rápido esvaziamento de seus acampamentos. No primeiro ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, existiam 285 acampamentos de sem-terra no País, de acordo com levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Em 2009 a quantidade despencou para 36. Em 2010 o número foi ainda menor, segundo dados preliminares do novo relatório da CPT que será divulgado nos próximos dias; e em 2011 as dificuldades de mobilização só aumentam. Dias atrás, o militante Luciano de Lima, um dos coordenadores do movimento no interior de São Paulo, teve dificuldade para reunir 27 pessoas na invasão de uma área da Ferroban, em Paraguaçu Paulista. O total de pessoas acampadas no País passou de 400 mil para menos de 100 mil entre 2003 e 2010, segundo estimativas da direção nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Para o secretário da coordenação nacional da CPT, Antonio Canuto, o esvaziamento é acentuado. Líderes do MST admitem o problema. A causa principal, na opinião deles, seria o crescimento do número de postos de trabalho no País, especialmente na construção civil. Em entrevista ao Estado (leia nesta página), Gilmar Mauro, que faz parte da coordenação nacional e é reconhecido como um dos principais ideólogos do movimento, observa que a construção civil absorve grande volume de trabalhadores egressos do campo, com pouca especialização profissional, que eram os primeiros a se mobilizar pela reforma, desejosos de retornar ao local de origem. Para Antonio Canuto é preciso considerar também a falta de empenho do governo na execução da reforma. 'Ninguém se dispõe a passar anos debaixo da lona de um acampamento se não houver uma perspectiva mínima de atendimento de suas reivindicações', diz. 'No início do mandato de Lula as pessoas acreditavam que ele faria a reforma e por isso foram para os acampamentos. Com o tempo percebeu-se que o empenho do governo não era tão forte como se havia prometido. Agora a situação é pior: a reforma não está no horizonte do novo governo.' O professor Bernardo Mançano Fernandes, do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma (Nera), ligado à Unesp, diz que é preciso considerar também a influência do Bolsa Família. Na sua avaliação, o programa deu mais opções de sobrevivência às famílias mais pobres, que relutam na hora de se deslocar para o acampamento, onde enfrentam muitas dificuldades. Tanto o representante da CPT quanto o professor acreditam que se trata de uma situação conjuntural. Para eles, a demanda pela redistribuição de terras ainda é forte e os movimentos de sem terra podem voltar a ganhar força. Mas também há quem acredite que essa tendência é irreversível e está ligada às enormes transformações que estão ocorrendo na área rural, com investimentos maciços em projetos agroindustriais, principalmente relacionados à produção de etanol. A área de terras disponíveis para a reforma tende a ficar cada vez menor. Por José Maria Tomazela, estadao.com.br - Em 28/3/2011.

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2. ''FAMÍLIAS ESTÃO DESESTIMULADAS", DIZ INTEGRANTE DE ACAMPAMENTO

Depois de passar sete anos sob a lona, o sem-terra Emerson Pascoal Gomes, de 22 anos, se diz cansado e com vontade de parar. Acampado com a mulher Andréia, de 19, na frente da Fazenda Santa Maria da Várzea, a 1,5 km da área urbana de Itapetininga, no sudoeste do Estado de São Paulo, ele só resiste porque sonha com o pedaço da fazenda que lhe tocará quando a terra sair. 'Vai dar de 7 a 10 hectares para cada família', diz. Das 40 famílias ali acampadas, Emerson é um dos poucos que restaram do grupo original, de 480 acampados. 'A maioria desistiu. Eu mesmo estou perdendo a esperança.' O desânimo é generalizado. No Estado, o número de famílias acampadas caiu de 6,8 mil em 2004 para cerca de 2 mil no final do ano passado, conforme números do movimento. A falta de contingente dificulta a obtenção de quorum para as invasões e marchas. Algumas ações já chegaram a ser suspensas ou adiadas. As lideranças regionais atribuem a queda no total de acampados à inoperância do governo em avançar com a reforma agrária. 'Temos áreas que estão liberadas há anos, mas o governo não faz o assentamento. As famílias que estão no portão, esperando para entrar na terra, acabam ficando desestimuladas', disse Ricardo Barbosa, liderança no Pontal do Paranapanema. Ele se referia à Fazenda Nazaré, de 4,8 mil hectares, em Marabá Paulista, em fase final de desapropriação. A área é disputada há dez anos. O MST mantém dois acampamentos na região de Itapetininga - metade do que possuía há cinco anos. No Santa Maria da Várzea, parte dos barracos não tem moradores fixos. São pessoas que trabalham na cidade e aparecem nos finais de semana, para marcar presença. Entre eles há pedreiros, serventes e vigias noturnos. Por Roldão Arruda, estadao.com.br – Em 28/3/2011.

3. PAUTA VAI FOCAR ÁREA AMBIENTAL E JÁ ASSENTADOS

Em sua mais recente jornada de lutas, no início do mês, o MST invadiu edifícios públicos para chamar a atenção da sociedade sobre o uso intensivo de agrotóxicos na agricultura. Essa estratégia tem se tornado comum. Em vez de se dedicar apenas a invadir fazendas e pedir a desapropriação para a reforma, o movimento se engaja na campanha ambientalista, de maior apelo social. O objetivo é mostrar que o modelo baseado na grande propriedade, com extensas áreas de monocultura, como a cana e a soja, é prejudicial para o meio ambiente. O modelo alternativo, com a redistribuição da terra e voltado sobretudo para a produção de alimentos, seria melhor do ponto de vista ambiental. A estratégia também atende à realidade atual do movimento. Com menos força para montar acampamentos em áreas distantes, volta-se para a ocupação de edifícios em áreas urbanas, com o apoio de pessoas já assentadas. O MST também vem dando cada vez mais ênfase às reivindicações feitas por assentados. É um sinal da mudança de paradigmas que ocorreu ao longo dos anos. Hoje a movimento atende a quase 300 mil famílias instaladas em assentamentos sob seu controle. O peso delas na estrutura vai ficando cada vez maior que o das famílias sem terra. Por Roldão Arruda, estadao.com.br – Em 28/3/2011.

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4. ''A REALIDADE DO PAÍS MUDOU''

ENTREVISTA - Gilmar Mauro, Membro da Coordenação Nacional do MST

Para Gilmar Mauro, da coordenação do MST, o Brasil precisa rediscutir o modelo agrícola. A que atribui a redução dos acampamentos? Isso está ligado ao mercado de trabalho? Sim. A realidade socioeconômica do País mudou. Houve um processo acentuado de geração de empregos nos últimos oito anos. A construção civil está bombando, mobilizando trabalhadores que costumo chamar, brincando, de primos pobres da cidade. O cara da construção é o ex-camponês, que, até algum tempo atrás, era o mais interessado na volta ao campo. Isso é conjuntural? Não sei até onde dura. O capitalismo ainda não saiu do período de crise internacional e é provável que o avanço brasileiro encontre limites uma hora dessa. E o Programa Bolsa Família? Muitas famílias encontram nele a possibilidade de ir sobrevivendo sem voltar para a terra. Isso significa o esvaziamento da bandeira da reforma? A reforma agrária precisa ser ressignificada, com um debate político. Se continuarmos essa lógica de exportação de commodities, com o uso intensivo de agrotóxicos, em menos de 50 anos teremos contaminado rios, lagos, terra. É o que desejamos? Queremos consumir alimentos contaminados? Se a sociedade responder sim, então não há espaço para reforma. Se disser não, precisamos rever o modelo agrícola atual. Topo da Página

sábado, 26 de março de 2011

PARÓQUIAS

ENDEREÇOS DAS PARÓQUIAS DA DIOCESE DE ALAGOINHAS E OUTROS







PARÓQUIAS


1. Alagoinhas


2. Acajutiba


3. Aporá

4. Araçás


5. Aramari


6. Cardeal da Silva


7. Catu


8. Cipó


9. Conde


10. Crisópoli


11. Entre Rios


12. Esplanada


13. Heliópolis


14. Inhambupe


15. Itamira


16. Itanagra


17. Itapicuru


18. Jandaíra


19. Litoral


20. Mata de São João


21. Nova Soure


22. Olindina


23. Pojuca


24. Ribeira do Amparo


25. Rio Real


26. Sátiro Dias


27. Teodoro Sampaio





Bispado – Dom Paulo Romeu Dantas Bastos
Rua Manoel Vitorino, 584 Terersópolis
48080-140 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3422-1841

Cúria Diocesana
Rua Manoel Vitorino, 368
Teresópolis
48.040-140 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3421-1842
Fax: (75) 3422 – 3209.

Centro Diocesano
Rua Manoel Vitorino, 368 Teresópolis
48080-140 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3421-1842.


Dom Jaime Mota de Farias (Bispo emérito)
Rua José Sobrinho da Silva, 127
Teresópolis
48.090-080 – Alagoinhas – BA.
Tel.: (75) 3423-1477.
Fax: (75) 34210996.

Cáritas Diocesana de Alagoinhas
Praça Amandina Ferreira Carvalho, s/n
Silva Jardim
48060-040 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3422-2380.

Cáritas da Paróquia de Santo Antônio de Alagoinhas
Praça Amandina Ferreira Carvalho, s/n
Silva Jardim
48060-040 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3422-5874


Casa Paroquial Santo Antônio
Rua Silva Jardim, 29 Silva Jardim
48.060-000 - Alagoinhas - BA .
Telefone: (75) 3421-3384.


Comunidade Taizé de Alagoinhas
Rua São Lázaro, 700 Santa Terezinha
48011-310 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3422-4748

Convento São Francisco de Assis - Capuchinhos
Rua Lauro Freitas, 262
48005-015 - Alagoinhas - BA. Telefone: (75) 3421-2054.
Diocese de Alagoinhas
Rua Manoel Vitorino, 368
48.080-140 - Alagoinhas - BA.
Telefone: (75) 3422-3209.


1. ALAGOINHAS

Paróquia Catedral de Santo Antônio
Praça Padre Alfredo, s/n
48.050-010 - Alagoinhas - BA. Telefone: (75) 3422-1843.
Caixa Postal 11.


Paróquia São Francisco de Assis
Rua Lauro Freitas, 262
48.030-010 - Alagoinhas - BA .
Telefone: (75) 3421-5251.
Padres: Frei Sebastião, Frei Everaldino Pires de Oliveira, Frei José Antônio, diácono permanente Pedrito.

Paróquia de Santa Terezinha
Rua Pe. Godinho, 56
48.030.070 – Alagoinhas - BA.
Tel.: (75) 3422-4748.
Pároco: Pe. Marcos Antônio.

Paróquia Nossa Senhora de Fátima
Praça Santa Isabel, s/n
48.060-440 – Alagoinhas – BA.
Pároco: Pe. Carlos Alberto.

Pastoral do Menor de Alagoinhas Pastoral do Menor da Diocese de Alagoinhas
BR 101, Km 101
Caixa Postal 48
48.000-000 - Alagoinhas - BA
Telefone: (75) 3422-1948
Fax: 3422-2362.
Pe Freddy Goven - Tel.: (75) 3422-1948.



2. ACAJUTIBA


Paróquia Nossa Senhora das Candeias
Rua Pinto Dantas, 23 48.360-000 – Acajutiba - Ba.
Tel.: (75) 3434-2095.
Pároco: Pe. Jose Zaneti.

3. APORÁ

Paróquia N. Senhora da Conceição
Rua Cel Feliciano, s/n
48.350-000 – Aporá – BA
Tel.: (75) 3441-2151.
Pároco: Pe. José Braz.

4. ARAÇÁS

Paróquia Deus Menino
Praça da Matriz, 62
48.108-000 - Araçás - Bahia
Pároco: Pe. Genivaldo.

5. ARAMARI



Paróquia Deus Menino
Rua Castro Alves, 40 ( Centro)
48.130-000 - Aramari, BA
Telefone: (75) 3432-1253.
Pároco: Pe. José Luiz.


6. CARDEAL DA SILVA

Padroeira: Divina Pastora

Praça Divina Pastora, s/n
48.390-000 - Cardeal da Silva - BA.

7. CATU


Paróquia Nossa Senhora Sant’Ana
Rua Barão do Rio Branco, 43 (Centro)
48.110-000 – Catu – BA
Tel.: (71) 3641-1014.
Pároco: Pe. João Andrade; Pe. Pedro Jorge e Diacono Gildário.



8. CIPÓ



Paróquia Nossa Senhora da Saúde
Rua Sinhá Dantinha, s/n
48.450-000 – Cipó – BA
Tel.: (75) 3435-1140.
Pároco: Pe. Jaime Jongmans; Pe. Silvano.


9. CONDE



Paróquia Nossa Senhora do Monte
Pça Severino Vieira, 309
48.300-000 - Conde – BA
Tel.: (75) 3429-1131.
Pároco: Pe. Bernardo Kraus; Pe. Jorge Pettinger

10. CRISÓPOLIS

Paróquia do Bom Jesus
Pça Antônio Conselheiro, 640
48.480-000 – Crisópolis – BA
Tel.: (75) 3443-2113.
Pároco: Pe. Gilmar.



11. ENTRE RIOS

Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres
Pça Cônego Félix, 35
48.180-000 – Entre Rios BA
Tel.: (75) 3420-2071.
Pároco: Mons. Manoelito e Pe. Jailson.


12. ESPLANADA



Paróquia Nossa Senhora da Piedade Rua Dr. Armando da Costa Tourinho, s/n
48.370 – Esplanada – Bahia
Tel.: (75) 3427-1219 ; 3427-1073.
Pároco: Frei Albervan; Frei Alberto, Frei Antônio Bispo.

13. HELIÓPOLIS



Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Pça Pe. Mendonça, 141
48.445-000 – Heliópolis – BA
Tel.: (75) 3593-2142.
Pároco: Pe. João Bosco Maranduba.

14. INHAMBUPE



Paróquia do Divino Espírito Santo
Rua Prof. Mesquita, s/n
48.490 – Inhambupe – BA
Tel.: (75) 3431-2197; Fax 3431-2300.
Pároco: Pe. José Elzo - Diacono Pedro Monte


15.ITAMIRA



Igreja Matriz de Itamira
Paróquia de São José
Praça São José, s/n
Itamira
Pároco: Pe. João Primo de Carvaslho
http://itamiraparoquia.blogspot.com/
http://paroquiaitamira.webnode.com.br/

16. ITANAGRA



Padroeiro (a)....
Endereço...
Padre: Pe. Irivan.



17. ITAPICURU



Paróquia Nossa Senhora de Nazaré
Pça da Matriz, s/n
48.475-000 – Itapicuru – BA.
Tel.:(75) 3430-2270.
Pároco: Pe. João Matos - Pe. Luciano.



18. JANDAÍRA



Paróquia Nossa Senhora da Abadia
Pça Horácio de Faria, s/n
48.310-000 – Jandaíra – BA

Tel.: (75) 3445-2158.
Pároco: Pe. Marivaldo; Pe. Cosme.



19. LITORAL


- PARÓQUIA DO LITORAL (Praia do Forte - Mata de São João)

Padroeiro: São Francisco de Assis.
Rua da Igreja, s/n
Praia do Forte
48.280-000 -Mata de São João - Bahia
Pároco: Pe. Fernando Silva - Diacono Renato.



20. MATA DE SÃO JOÃO



Paróquia de São João Batista
Pça Amado Bahia, s/n
48.280-000 – Mata de São João – BA
Te.: (71) 3635-11-37.
Pároco: Pe. Ednaldo.



21. NOVA SOURE



Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Pça. Nossa Senhora da Conceição, 18
48.460-000 – Nova Soure – BA.
Tel.: (75) 3437-2137.
Pároco: Pe. Jose Ilson - Pe. Edivânio.



22. OLINDINA



Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Pça Dr. Pedro Ribeiro, 36
48.470-000 – Olindina – BA.
Tel.: (75) 3436-1131.
Pároco: Pe. Gilberto - Diacono Adriano

23. POJUCA



Paróquia Bom Jesus da Passagem
Rua Dr. José Joaquim Seabra, s/n
48-170-000 - Pojuca – Bahia.
Tel.: (71) 3645-1267.
Pároco: Pe. Cláudio Antônio - Pe. Marcos Santos .



24. RIBEIRA DO AMPARO



Paróquia Nossa Senhora do Amparo
Rua Nossa Senhora do Amparo, 32
48-440-000 – Ribeira do Amparo – BA.
Tel.: (75) 3439-2106.
Pároco: Pe. Jaime Jongmans - Pe. Silvano.

25. RIO REAL

Paróquia Nossa Senhora do Livramento
Pça da Bandeira, s/n
48.330-000 – Rio Real – BA.
Tel.: (75) 3426-1245.
Pároco: Pe. Antônio Ederaldo.



26.SÁTIRO DIAS



Paróquia Nossa Senhora do Amparo
Pça Juracy Magalhães Jr, 348
48.485-000 – Sátiro Dias – BA.
Tel.: (75) 3446-2409.
Pároco: Pe. Arnaldo.



27. TEODORO SAMPAIO

Paróquia Nossa Senhora da Ajuda e Santana
Av. Otávio Araújo, 220
44.280-000 – Teodoro Sampaio – BA
Tel.: (75) 3237-2138
Pároco: Pe. José Márcio.