sábado, 18 de maio de 2013

Cartão corporativo pagou vinho e cerveja para Lula


CLÁUDIO HUMBERTO
A ação popular que resultou na condenação de onze servidores, oito deles da Presidência da República, produziu flagrantes do uso abusivo de cartão de crédito corporativo, como a compra de dez garrafas de vinho e três caixas de cerveja para consumo do então presidente Lula, na viagem de junho de 2003 ao “Bumbódromo”, em Parintins (AM). A Justiça decidiu que a farra não se enquadra como “recepção oficial”.

Farra a bordo – Foi no navio Pedro Teixeira, da Marinha, a viagem de Lula a Parintins, que virou farra regada a vinhos e cerveja Skol pagos pelo contribuinte.

Ei, garçom – Somente no item “bares e restaurantes”, em 2003, a Presidência da República torrou R$ 111.632,46 utilizando cartões corporativos.

Por nossa conta – Outras despesas da Presidência da República pagas pelo contribuinte envolvem caixas de chocolate, DVDs e flores, muitas flores.

Devolução– Onze servidores foram condenados a devolver mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos, gastos em compras ilegais com cartão corporativo.

Pergunta na boca do caixa – Eram para d. Marisa ou Rose as 14 caixas de chocolate compradas pelo Planalto com cartão corporativo, quando Lula era presidente?

Leia também:

 
(Coluna de Cláudio Humberto)

Lula e a falta de ética



O Estado de S.Paulo
Sob o comando de Lula, o PT antecipou o início da campanha presidencial, cuja eleição se realiza daqui a 17 meses, de modo que tudo o que as lideranças do partido e do governo fazem e dizem deve ser considerado de uma perspectiva predominantemente eleitoral. E desse ponto de vista ganham importância as mais recentes declarações do chefe do PT que, do alto de seu irreprimível sentimento de onipotência, anda sendo acometido por surpreendentes surtos de franqueza. No lançamento de um livro hagiográfico dos 10 anos de governo petista, Lula garantiu que não existe político "irretocável do ponto de vista do comportamento moral e ético". "Não existe", reiterou. Vale como confissão.

Lula está errado. O que ele afirma serve mesmo é para comprovar os seus próprios defeitos. Seus oito anos na chefia do governo foram de uma dedicação exemplar à tarefa de mediocrizar o exercício da política, transformando-a, como nunca antes na história deste país, em nome de um equivocado conceito de governabilidade, num balcão de negócios cuja expressão máxima foi o episódio do mensalão.

É claro que Lula e o PT não inventaram o toma lá dá cá, a corrupção ativa e passiva, o peculato, a formação de quadrilha na vida pública. Apenas banalizaram a prática desses "malfeitos", sob o pretexto de criar condições para o desenvolvimento de um programa "popular" de combate às injustiças e à desigualdade social. Durante oito anos, Lula não conseguiu enxergar criminosos em seu governo. Via, no máximo, "aloprados", cujas cabeças nunca deixou de afagar. O nível de sua tolerância com os "malfeitos" refletiu-se no trabalho que Dilma Rousseff teve, no primeiro ano de seu mandato, para fazer uma "faxina" nos altos escalões do governo... Continuar lendo

Como limpar as $ujeira$ do Foro de São Paulo?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrãoserrao@alertatotal.net
Terça-feira passada, diretamente do Panamá, foram embarcadas toneladas de papel higiênico para a Venezuela. O produto, que anda em falta nas terras do socialismo bolivariano, foi conseguido graças a uma articulação pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva. A matéria-prima para limpar bosta seria um agrado político para facilitar um grande negócio tocado por Lula e seus aliados no país presidido por Nicolas Maduro.

Lula costuma fazer o mesmo agrado aos dirigentes da Ilha da Fantasia Comunista dos Irmãos Castro. Por lá, papel higiênico é mais valioso que cigarro dentro da prisão. Pequenos favores, que geram resultados políticos junto à população carente de tudo, são uma rotina entre os dirigentes do Foro de São Paulo (que promovem a grande farsa do Socialismo do Século 21).

Lula está sempre presente em mega articulações – como a que forçará a Vale a explorar potássio na Argentina, apesar da insegurança jurídica e econômica dos hermanos peronistas. Por isso, merece mais que os seis títulos de doutorado recebidos ontem de universidades argentinas. Também faz jus a muito mais que os 180 mil euros que recebeu por uma palestra dada a 500 empresários argentinos. Lula é um dos políticos de negócios mais bem sucedidos e bem pagos do mundo.

E assim avança o sistema capimunista na América Latrina – onde faltará sempre muito papel higiênico para limpar, simbolicamente, as sujeiras políticas e negociatas econômicas promovidas pelos dirigentes do Foro de São Paulo. Enquanto a ideologia deles ilude a grande massa ignara – acostumada a clientelismos e favores em troca de votos -, os ideólogos, seus familiares e parceiros de negócios enriquecem cada vez mais, em alta velocidade.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

LULA usou cartão corporativo para compra de Vinhos e Cervejas



Por Carlos Parrini ...
Se vocês pensam que só Ministros e subalternos usam cartões corporativos para fazerem farras, comprarem tapiocas, compras em freeshops, botox, plásticas entre outras, estão enganados. Dilma já bateu o recorde que Lula detinha na utilização do dinheiro público em uso particular. Só que Dilma é mais discreta embora seja uma recordista nesse tipo de crime aos cofres públicos. Lula por sua vez e normalmente com a cara cheia de pinga, aproveitou seu passeio a Parintins com dinheiro público, para fazer uma farra particular. Felizmente só agora pudemos ser informados disso já que 8 integrantes de seu governo foram presos por uso indevidos dos cartões. A pergunta que não quer calar é: Por que Lula também não foi preso?

Sabemos que o PT combate sistematicamente os Militares, mesmo muitos terem morrido. Até criaram uma comissão de inverdades só para atacá-los com dinheiro público, sem mostrar o outro lado da moeda, qual seja os assassinatos, assaltos, sequestros e outros crimes que os terroristas lideraram contra os militares e os brasileiros quando queriam implantar o comunismo no Brasil. Isso eles escondem.

Mas o interessante que também se aproveitam que estão por cima da carne seca, para usarem uma Lei que supostamente combateram no Regime Militar, para esconderem seus gastos ou torná-los sigilosos que é a Lei de segurança nacional. Por isso ninguém sabe ao certo quais são os gastos milionários com os cartões corporativos. Salvo quando são feitos esses flagrantes conforme relatados abaixo:

‘Lula e a falta de ética’, editorial do Estadão

 
Sob o comando de Lula, o PT antecipou o início da campanha presidencial, cuja eleição se realiza daqui a 17 meses, de modo que tudo o que as lideranças do partido e do governo fazem e dizem deve ser considerado de uma perspectiva predominantemente eleitoral. E desse ponto de vista ganham importância as mais recentes declarações do chefe do PT que, do alto de seu irreprimível sentimento de onipotência, anda sendo acometido por surpreendentes surtos de franqueza. No lançamento de um livro hagiográfico dos 10 anos de governo petista, Lula garantiu que não existe político “irretocável do ponto de vista do comportamento moral e ético”. “Não existe”, reiterou. Vale como confissão.

Lula está errado. O que ele afirma serve mesmo é para comprovar os seus próprios defeitos. Seus oito anos na chefia do governo foram de uma dedicação exemplar à tarefa de mediocrizar o exercício da política, transformando-a, como nunca antes na história deste país, em nome de um equivocado conceito de governabilidade, num balcão de negócios cuja expressão máxima foi o episódio do mensalão.

É claro que Lula e o PT não inventaram o toma lá dá cá, a corrupção ativa e passiva, o peculato, a formação de quadrilha na vida pública. Apenas banalizaram a prática desses “malfeitos”, sob o pretexto de criar condições para o desenvolvimento de um programa “popular” de combate às injustiças e à desigualdade social. Durante oito anos, Lula não conseguiu enxergar criminosos em seu governo. Via, no máximo, “aloprados”, cujas cabeças nunca deixou de afagar. O nível de sua tolerância com os “malfeitos” refletiu-se no trabalho que Dilma Rousseff teve, no primeiro ano de seu mandato, para fazer uma “faxina” nos altos escalões do governo... Continuar lendo
 
PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA SEXTA-FEIRA
 

CNBB reafirma: redução da maioridade não é solução para fim da violência



Assim, a “Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano”.

Leia a íntegra da nota:

“Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
 
Nota da CNBB sobre a redução da maioridade penal
 
O debate sobre a redução da maioridade penal, colocado em evidência mais uma vez pela comoção provocada por crimes bárbaros cometidos por adolescentes, conclama-nos a uma profunda reflexão sobre nossa responsabilidade no combate à violência, na promoção da cultura da vida e da paz e no cuidado e proteção das novas gerações de nosso país.

A delinquência juvenil é, antes de tudo, um aviso de que o Estado, a Sociedade e a Família não têm cumprido adequadamente seu dever de assegurar, com absoluta prioridade, os direitos da criança e do adolescente, conforme estabelece o artigo 227 da Constituição Federal. Criminalizar o adolescente com penalidades no âmbito carcerário seria maquiar a verdadeira causa do problema, desviando a atenção com respostas simplórias, inconsequentes e desastrosas para a sociedade...Continuar lendo

Bispos brasileiros rechaçam resolução que converte união estável entre pessoas do mesmo sexo em casamento



BRASILIA, 16 Mai.  (ACI/EWTN Noticias).
Na reunião do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB deste 15 maio, Dom Leonardo Steiner, secretário geral da entidade, comunicou aos bispos que o Conselho Nacional de Justiça publicou resolução que determina a conversão de união estável em casamento e reafirmou o rechaço dos bispos do país à medida do presidente do Conselho, Joaquim Barbosa.

Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal para a Vida e Família, falou aos bispos presentes na reunião sobre o tema e contextualizou os prelados da realidade da família e da objetiva normatização do casamento. Dom Petrini Lembrou os riscos das mudanças na prática e na legislação a partir apenas do ângulo do afeto.

Por sua parte, Dom Sergio da Rocha, presidente da Comissão para Doutrina da Fé, também fez ponderações sobre a questão. No correr do debate, informa a página oficial da CNBB “foi considerada a Nota Oficial da Conferência de maio de 2011 quanto a união entre pessoas do mesmo sexo: “A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural””.

Outra referência lembrada na reflexão foram as Considerações sobre projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais da Congregação para a Doutrina da Fé no qual se afirma: “A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais”.

Segundo as diretrizes deste órgão da Santa Sé “o bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valore s fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade”.

Os bispos brasileiros devem se pronunciar mais formalmente sobre esse assunto por meio de uma Mensagem às Comunidades que será entregue aos jornalistas na Entrevista Coletiva que será concedida pela Presidência da CNBB no final da reunião do Consep, no final do evento na tarde de hoje,16 de maio.