terça-feira, 2 de maio de 2017

O REAL MOTIVO DOS PROTESTOS DO DIA 28 DE ABRIL


Pessoal, abaixo está o real motivo dos protestos do dia 28 de brill. A pelegada sindicalista vai perder essa boquinha; deem uma olhada em quanto cada sindicato arrecadou no ano passado. Os valores são de assustar!!! 

Estão lutando pelos direitos pessoais deles, de continuarem a fingir que representam os trabalhadores enquanto usufruem desse mar de dinheiro. Não é à toa que estão tão exaltados.

Fonte: https://www.facebook.com/jorge.ribeiro

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A pergunta que não cala: para onde foi todo os R$503,9 bilhões do PAC?


30/04/2017

Para onde foram os R$ 503,9 bilhões do PAC?

Segundo Contas Abertas, a Lava Jato está em cima de 9 dos 10 maiores empreendimentos do PAC.

O PAC foi a grande vitrine do segundo mandato do ex-presidente Lula. A primeira versão foi apresentada em uma cerimônia com pompa no Palácio do Planalto, no dia 22 de janeiro de 2007, com investimentos previstos totais de R$ 503,9 bilhões até 2010, sendo R$ 67,8 bilhões do Orçamento do Governo Central e R$ 436,1 bilhões, de estatais e da iniciativa privada.

A pergunta que não cala: pra onde foi toda essa dinheirama ou a maior parte dela?

Onde estavam as instituições que diziam ‘funcionar bem’ que não investigaram nada envolvendo essa tremenda soma de dinheiro do povo?

E onde estavam os burros encantados da esquerda que não protestaram diante dos descalabros e da roubalheira que afundava a Nação?

(com informações folha centro sul)


Fonte: http://www.noticiasbrasilonline.com.br/

domingo, 30 de abril de 2017

Stephen Kanitz lacra: “fracasso da greve facilita prisão de Lula”


O consultor e conferencista Stephen Kanitz avaliou que o fracasso da “greve geral” precipita a prisão de Lula, mostrando que o ex-presidente “perdeu seu faro político”.

“Ter convocado essa greve que iria ‘paralisar o Brasil’ para meter medo no Judiciário foi mais um tiro no seu pé. Mostrou que o PT acabou, que nem os trabalhadores lhe defendem. Game over”, disse Kanitz.

Ele conclui: “agora precisamos limpar nossas escolas desses professores parasitas, acabar com esses sindicatos parasitas, esses políticos parasitas. O momento é agora”. 

28 de abril de 2017

Isto é o que precisa saber para reconhecer um falso sacerdote

Imagem referencial / Foto: Pixabay / Dominio público

REDAÇÃO CENTRAL, 29 Abr. 17 (ACI).- Em vários países, multiplicou-se o número de falsos sacerdotes que se valem da boa fé dos fiéis para “oferecer seus serviços” em troca de dinheiro fácil.

Apenas o sacramento da Ordem Sacerdotal consagra aquele que o recebe, configurando-o de modo particular com Jesus Cristo e capacitando-o para atuar na própria pessoa de Cristo para o bem de todo o povo de Deus.

Na seguinte nota, é detalhado como identificar um falso sacerdote e as medidas preventivas para evitar ser enganado.

Como reconhecê-lo?

1. Os falsos sacerdotes não têm paróquia nem território designado porque não pertencem à Igreja Católica, portanto, não se encontram nos registros das dioceses.

2. Saem “oferecendo seus serviços” (missas, sacramentos) e é comum que deem de presente cartões de apresentação para que possam entrar em contato com eles.

3. Costumam atuar em lugares distantes da paróquia da cidade como em pequenas comunidades onde não há sacerdotes. É necessário saber que os sacerdotes católicos não podem celebrar casamentos, batizados e, em geral, oficiar Missas fora da paróquia ou um templo público reconhecido.

4. Criam laços de amizade com os paroquianos e ministram “sacramentos” sem ter em conta os impedimentos.

5. Cobram dinheiro ao final da Missa que celebram, “solicitando uma contribuição econômica”.

6. Pedem donativos para algum lar, orfanato ou asilo que não existe. Em alguns casos, até oferecem seus serviços aos próprios sacerdotes para ajudá-los na festa paroquial ou na Semana Santa.

7. Uma grande porcentagem deles são pessoas que estudaram no seminário, mas por diversas razões foram expulsos; outros serviram em alguma paróquia como sacristãos ou simplesmente encontraram uma forma de extorquir os fiéis e até os mesmos presbíteros porque conhecem as celebrações litúrgicas.

Medidas preventivas

1. Buscar na nossa paróquia orientações sobre os requisitos necessários para a celebração dos sacramentos.

2. Em caso da perda de um familiar, recorrer à paróquia mais próxima ao velório ou à nossa própria paróquia para solicitar os serviços correspondentes.

3. Nunca aceitar sacerdotes que se fazem conhecer por cartões de apresentação ou que oferecem “serviços a domicilio”.

4. Exigir do sacerdote a credencial expedida pela diocese correspondente.

5. Se não é possível encontrar um sacerdote, é obrigação dos fiéis se abster das celebrações dos impostores, pois não têm nenhuma validez.

6. Deve-se denunciar o falso sacerdote imediatamente às autoridades eclesiásticas.

7. Advertir outros fiéis a ter cuidado com o impostor.

Os segredos que Palocci vai revelar


TERREMOTO

O que Palocci tem para contar deve provocar nova turbulência no País e no PT O ex-ministro Antonio Palocci é um pote até aqui de mágoa. Na última semana, movido por esse sentimento que o consome desde setembro de 2016, quando foi preso em Curitiba, o homem forte dos governos Lula e Dilma deu o passo definitivo rumo à delação premiada: contratou o advogado Adriano Bretas, conhecido no mercado por ter atuado na defesa de outros alvos da Lava Jato que decidiram, como Palocci, romper o silêncio. Lhano no trato, embora dono de temperamento mercurial quando seus interesses são contrariados, o ex-ministro resolveu abrir o baú de confidências e detalhar aos procuradores todo arsenal de informações acumulado por ele durante as últimas duas décadas, em que guardou os segredos mais recônditos do poder e nutriu uma simbiótica relação com banqueiros e empresários. “Fiz favor para muita gente. Não vou para a forca sozinho”, desabafou Palocci a interlocutores.

ISTOÉ conversou nos últimos dias com pelo menos três fontes que participaram das tratativas iniciais para a colaboração premiada e ouviram de Palocci o que ele está disposto a desnudar, caso o acordo seja sacramentado. Das conversas, foi possível extrair o roteiro de uma futura delação, qual seja:

Palocci confirmará que, sim, é mesmo o “Italiano” das planilhas da Odebrecht e detalhará o destino de mais de R$ 300 milhões recebidos da empreiteira em forma de propina, dos quais R$ 128 milhões são atribuídos a ele.

Contará como, quando e em quais circunstâncias movimentou os R$ 40 milhões de uma conta-propina destinada a atender as demandas de Lula. Atestará que, do total, R$ 13 milhões foram sacados em dinheiro vivo para o ex-presidente petista. Quem sacou o dinheiro e entregou para Lula foi um ex-assessor seu, o sociólogo Branislav Kontic. Palocci se compromete a detalhar como eram definidos os encontros de Kontic com Lula. Havia, por exemplo, uma senha, que apenas os três sabiam.

Dirá que parte da propina que irrigou essa conta foi resultado de um acerto celebrado entre ele e Lula durante a criação da Sete Brasil, no ano de 2010. O ex-presidente teria ficado com 50% da propina. Um total de R$ 51 milhões.

Está empenhado em revelar como foi o processo de obtenção dos R$ 50 milhões para a campanha de Dilma, num negócio fechado entre o PT e a Odebrecht, com a ajuda de Lula e do ex-ministro Guido Mantega. E mostrará como Dilma participou das negociatas e teve ciência do financiamento ilegal.

Afirmará que a consultoria Projeto foi usada também para recebimento de propinas. Indicará favorecidos. Comprometeu-se ainda a entregar o número de contas no exterior que foram movimentadas por esse esquema.

Pretende mostrar como empresas e instituições financeiras conseguiram uma série de benefícios dos governos petistas, como isenção ou redução de impostos, facilidades junto ao BNDES, renegociação de dívidas tributárias, etc.

Palocci sabe que uma chave está em suas mãos. Com ela, pode abrir as fechaduras da cela onde está detido, no frio bairro de Santa Cândida, na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Era uma greve muito engraçada, não tinha povo, não tinha nada #AGreveFracassou

Flavio Morgenstern28/04/2017
O PT fez uma greve em nome do povo, mas contra o povo, batendo no povo, para fazer o povo acreditar que tinha mais povo na greve. Facebooktwittermail

Enquanto o povo trabalha com um conceito de trabalho baseado numa equação com fatores como vocação, necessidade, vontade, dificuldade, estudo e venda de algo desejável para a população, quem adere a conceitos quase sempre ultrapassados como uma greve trabalha ainda com o conceito de trabalho marxista: todo patrão sobrevive no luxo com uma tal “mais-valia” incalculável, e as pessoas só terão liberdade com uma revolução (comunismo) ou com um Estado gigante que sufoque qualquer livre iniciativa com “direitos trabalhistas”, “direito de greve” e outras quinquilharias, até ser o único agente com importância na sociedade (socialismo).

A suposta “greve geral” convocada por órgãos com efeito paramilitar do PT e de partidos de extrema-esquerda no Brasil, como CUT, MST, UNE et caterva, apenas quis inflar à força os números de supostos “grevistas” no país. Suas pautas, genéricas como o “Sentimento Difuso no Ar” que marcou junho de 2013, falam em “direitos trabalhistas” (quando praticamente nenhum direito trabalhista mudou, ou está em vias de mudar, fora a contabilidade da aposentadoria), mas não dizem ao público sub-pautas como “Contra a prisão de Lula” ou “Contra o fim do imposto sindical”.

O problema é que a esquerda ultra-politizou a vida normal no Brasil, e a ultra-politização fez com que não seja mais possível alguém, mesmo o menos interessado em política ou o menos estudado dos humildes, não saiba de que partido estamos falando quando usamos nomes genéricos como “centrais sindicais” para não falar no PT (de que adianta se “disfarçar”, sendo que nas siglas e nas cores, ninguém é capaz de definir alguma diferença entre um e outro?).

A hashtag #AGreveFracassou ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Afinal, de que adianta tentar convencer o povo de que há mais povo defendendo a greve do que o povo acredita, sendo que é o próprio povo querendo ir trabalhar que é impedido pelos sindicalistas de ser povo? Como escrevi em meu livro referindo-me a junho de 2013, “Naquelas primeiras manifestações não havia povo. Sindicalista não é povo — quem dirige o povo não pode ser considerado povo.”

É uma greve sem trabalhadores, uma greve em nome do povo que bate no povo. Uma greve muito engraçada: não tinha povo, não tinha nada. Pior: contra uma “reforma trabalhista e previdenciária” que era proposta pela pessoa em quem os grevistas votaram, e que está sendo levada a cabo pelo vice da pessoa em quem os grevistas também votaram, que dizem que é “golpe” que o vice da pessoa siga exatamente a mesma política da pessoa original.

Uma greve supostamente deveria causar mobilização e sensibilização da população a favor de “trabalhadores”. Como são os próprios trabalhadores que sofrem com a greve, cada vez mais apartados dos sindicatos que apenas atrapalham a sua vida (e seu trabalho), não houve nenhum apoio à chamada “greve geral” ou suas causas – como acontecia nos anos 90 com o MST, entendido como um “movimento de gente procurando trabalhar”.

Se existisse alguém na Via Láctea que apóia Michel Temer, o vice da Dilma, estaria aí a oportunidade perfeita para defender o presidente número 13-confirma. Afinal, algo criticado por MST, CUT, UNE e quejandos não pode ser uma coisa tão ruim. Afinal, sindicalistas fazem greve “em nome do povo”, mas para isso, precisaram socar e espancar o povo. Como obter o velho apoio sentimental que a esquerda tinha com suas idéias de jovens esfumaçados?

Restou uma pseudo-greve vazia, que não engana nem leitor de Carta Capital em seu objetivo de defender Lula e criticar o fim do imposto sindical. Como escreveu Bruno Garschagen neste Senso Incomum, o real objetivo é mirar no futuro, nas gerações desconhecedoras do modus operandi do sindicalismo: nem mesmo eles acreditam em uma tese furada como evitar a prisão de Lula. Tal como fizeram em relação à ditadura, tentarão contar a história na bolha das salas de aula, protegidos de quem viveu o período: dirão que apenas eles defenderam “direitos trabalhistas” contra “um golpe”.

Mas de greve mesmo, falando em nome do povo, só vimos o povo rindo de um muxoxo de “grevistas” que nunca trabalharam para poder fazer greve, enquanto grevistas apenas agrediam o povo. Que apoio esperam ter para seu plano socialista doravante?

sábado, 29 de abril de 2017

POR QUE MORO NÃO OUVIRÁ LULA NO DIA 05?


O real motivo que levou o juiz Sergio Moro a adiar a oitiva de Lula ....Renato Duque fechou delação premiada com MPF, o braço direito do Lula na empresa Sete Brasil criada por Lula para intermediar todas as contratações de compra na Petrobrás.... E os advogados acabaram de entrar com uma ação no STF pedindo que seja proibida a audiência dia 05 de maio de ( dia do enterro formal do Ex-presidente Lula a chamada pá de cal ) a audiência de Lula será dia 10 de maio.

Falam por aí que são R$ 22.360.000.000,00 (bilhões de reais) ou seja 218 prêmios da mega sena que saiu quinta feira....

E Renato Duque teria gravações em seu poder que comprovariam todas as falcatruas de Lula... Existem rumores que com essa delação de Renato Duque dia 05 a prisão de Lula seja solicitada daí o desespero de seus advogados....

A coisa tá feia.... Só a Claudia Chater prima de um doleiro preso, mandou numa única operação U$ 5 Bi pra Venezuela e de la pra Dinamarca.....começou a ferver.....

Todo o dinheiro de Lula estaria na Holanda, só da Sete Brasil ele teria recebido U$ 7,1 Bilhões .... ladrão da porra!!!...

O desespero parte daí...

Dizem até que Lula teria aberto 29 offshores na Holanda pra guardar seus R$ bilhões..... Mas sabe quem teria aberto para Lula?..... RENATO DUQUE!!!...

Se isto for verdadeiro ...tchau Lula & CIA...