terça-feira, 6 de junho de 2017

QUEM ENSINOU QUEM A ROUBAR?


No texto de sexta-feira, comentamos rapidamente a afirmação do ex-presidente Lula, a de que “o PT pode ensinar a combater a corrupção”. Pura desfaçatez. Nos treze anos em que o PT desgovernou o país, o que se viu foi justamente o contrário. Não apenas eles implementaram a corrupção em todas as esferas do poder federal, bem como a institucionalizaram.

No Congresso em que o partido definirá seu presidente (ou seria “sua presidenta”?), o petista resolveu avançar ainda mais na sua eterna mania de esbravejar bobagens sem limites. Definiu a operação Lava Jato como “uma palhaçada” e, em seguida, classificou Joesley Batista, da JBS, como um “canalha”.

A primeira questão que surge é: tem moral o senhor Lula da Silva para apontar o dedo contra quem quer que seja? Evidente que não. Seu passado e condena o incrimina de tal forma que, de boca fechada, seria considerado um sábio.

Desde que assumiu, em 2003, a Presidência da República, de outra coisa não se cuidou senão de instalar em toda a esfera federal esquemas de corrupção. Basta-nos recapitular as dezenas de operações da Polícia Federal desmantelando esquemas que só passaram a existir de 2003 em diante. Mais do que esquemas de desvios de recursos públicos destinados a comprar apoios legislativos e empresariais, afora abastecer de forma espúria e criminosa o caixa do partido, o que se viu foram campanhas e mais campanhas de propaganda partidária com o intuito de convencer a opinião pública com o tal “nuncadantes”...

Claro que sabemos que a operação Lava Jato, por alguns de seus procuradores, cometeu pecadilhos que feriram os limites legais. Mas nada que a anule ou lhe tire a importância de por um fim na promiscuidade de agentes públicos consorciados e acumpliciados com empresários de má estirpe. Foi a Lava Jato que pôs a nu o petrolão, esquema que, não fosse a Petrobrás uma empresa estatal, certamente, a teria levado à falência, pois à corrupção juntou-se, ainda, a gestão ruinosa da companhia.

Hoje, sabemos que não se realizou nenhuma obra de grande ou médio porte, neste período, sem que sobre seu custo não se tenha aplicado o custo da corrupção, custo este que desviava, obrigatoriamente, um percentual para o PT. No mesmo sentido, o custo da Copa e da Olimpíada realizou-se muitas vezes acima do seu valor real, tudo por consequência da mão grande que sobre estes eventos recaíram.

Assim, muito embora Lula afirmasse que seu partido poderia ensinar a combater a corrupção, o que se viu foi o partido ensinando o contrário, isto é, como roubar dinheiro público de forma permanente para alimentar não um projeto de país, mas um projeto de poder. Não é à toa que a economia foi à breca.

Deste modo, fica claro a razão de Lula classificar a operação Lava Jato de “palhaçada”, uma vez que ela trouxe à baila o verdadeiro caráter de Lula e seus asseclas, fossem eles políticos, sindicalistas ou até mesmo a tais “organizações sociais” que de sociais nada tinham, eram e são verdadeiras organizações criminosas.

Quando a definir Joesley Batista como “canalha”, dizer o quê? Quem fez e construiu Joesley como canalha, além do bandido velho e cascudo, foi o próprio Lula a partir de seu programa de “campeões nacionais. Foram cerca de R$ 10 bilhões em empréstimos via BNDES e Caixa Econômica Federal, a maioria a juros totalmente subsidiados e muitos dos quais dados sem as garantias que se exige de outros tomadores. Segundo o TCU, as operações Joesley x BNDES já produziram ao banco de fomento o prejuízo milionário de cerca de R$ 800 milhões.

E acrescente-se: antes do PT chegar ao governo federal, não havia Joesley e todo o patrimônio que acumulou neste tempo. Antes de Lula no poder, a JBS não passava de um frigorífico de médio porte, localizado em Goiás. Lula, portanto, não só alimentou um “canalha” com sua política irresponsável, mas o ajudou e financiou a montagem de um monopólio no ramo frigorífico, sufocando a atividade para os com correntes que, ou fecharam as portas ou s renderam e passaram a preço de banana suas indústrias para o “canalha” e sua trupe. .

É provável que ao classificá-lo como “canalha”, Lula esteja se mirando no próprio espelho, além é claro, de se sentir traído pelas delações do empresário que o envolverem juntamente com Dilma Rousseff. Se a JBS ganhou muito com Lula no poder, o petista, seu partido e satélites, também se locupletaram a não poder mais.

Que a “palhaçada” da Lava Jato acabe por levar Lula a julgamento e condenação por seus crimes (e que não foram poucos, não!), basta ver e conhecer as inúmeras delações feitas por políticos, empresários e servidores públicos, gente que se vendeu e se rendeu ao discurso do petista. E que Joesley, como “canalha e bandido” que sempre foi, comprove tudo o que disse e delatou sobre a corrupção instalada no poder pelo PT sob o comando de Lula da Silva..

Pena que a conspirata urdida por Rodrigo Janot, da PGR, ministro Edson Fachin, do STF e abençoada pela ministra Carmem Lucia, presidente do tribunal, não permitirá que Joesley e Lula dividam e convivam na mesma cela. Ambos se merecem.

A luta pelas Diretas

Ainda no Congresso do PT, Lula afirmou que é contra eleições indiretas, que vai se empenhar pelas diretas. Sem surpresa. A gente sabe que Lula nunca cumpriu lei alguma, sempre se indispôs contra a Constituição, alimentado que sempre foi por seu espírito totalitário, basta ver como ocorrem as eleições para a presidência de seu partido: ele manda e os outros obedecem baixando a crista. De democrata Lula nunca teve nem o cheiro.



quinta-feira, 1 de junho de 2017

CNBB realiza 55ª Assembleia Geral em Aparecida

Foto: Site CNBB
Com o tema central dedicado à “Iniciação Cristã”, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realiza sua 55ª Assembleia Geral entre os dias 26 de abril a 04 de maio de 2017 em Aparecida (SP).

A abertura oficial da 55ª Assembleia acontecerá no dia 26, no Centro de Eventos padre Vítor Coelho de Almeida, onde o episcopado brasileiro deve discutir, além do tema principal, também o Ano Mariano, 300 anos do encontro da Imagem de Aparecida, Sínodo dos Jovens, entre outros.

Segundo a CNBB, uma comissão especialmente presidida pelo arcebispo de Curitiba dom José Antônio Peruzzo foi designada para produzir o texto sobre a “Iniciação à vida cristã”, que será apreciado e acrescido pelos bispos do Brasil. O texto, após aprovação do episcopado, será publicado como um documento da Conferência.

Os trabalhos dos bispos durante a Assembleia começam com a missa diária no Santuário Nacional com laudes, sessões pela manhã e a tarde. No final de semana acontece o retiro dos bispos e os encontros da Assembleia se concluem no dia 04 de maio.

São esperados mais de 300 bispos ativos e eméritos, dos dezoito regionais da CNBB para este importante encontro do episcopado brasileiro que acontece anualmente e resulta em importantes decisões para a Igreja do Brasil.

Marcha pela Vida denuncia ativismo judicial a fim de descriminalizar o aborto no Brasil

Marcha pela Vida em Brasília / Foto:Movimento Brasil sem Aborto

BRASILIA, 31 Mai. 17  (ACI).- Defensores da vida se reuniram em Brasília na terça-feira, 30 de maio, para a 10ª Marcha Nacional pela Vida, quando denunciaram o ativismo judicial que busca descriminalizar o aborto no Brasil e reforçaram a necessidade da aprovação do Estatuto do Nascituro.

Com o tema “Toda a vida é especial”, a 10ª edição da tradicional marcha saiu do Museu da República em direção ao Congresso Nacional para pedir aos parlamentares e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a defesa da vida desde a concepção.

Diante do Congresso, parlamentares engajados na defesa da vida chamaram a atenção para a estratégia de se recorrer ao Judiciário para implantar o aborto no país, uma vez que o Congresso não aprova a descriminalização da prática.

Entre os parlamentares que discursaram, o deputado Diego Garcia relembrou alguns casos em que se buscou implantar o aborto no país. Primeiro citou o projeto de lei que cria o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, o qual deputados tentaram aprovar no início deste ano.

“O título é muito bonito, mas os artigos são uma armadilha onde buscavam, através do financiamento internacional, trazer esse dinheiro para o nosso país para financiar e criar estruturas do aborto”, denunciou.

O deputado assinalou que os parlamentares pró-vida sempre atuam “em defesa da mulher, contra qualquer tipo de violência, mas utilizar desse argumento para tirar a vida de inocentes, não”.

Além disso, questionou duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) que buscam a liberação do aborto. Uma delas é a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5581, que pede a descriminalização do aborto em caso de gestantes infectadas pelo vírus zika, tendo como argumento a possibilidade de a criança desenvolver microcefalia.

“Por trás disso – alertou o deputado – está um mal ainda maior, porque, se for admitido pelo plenário do Supremo, o que nós vamos ver não é só nos casos de zika, mas uma eugenia generalizada, um massacre de pessoas com deficiência acontecendo ainda no ventre de suas mães”.

A segunda ação a ser julgada pelo STF é a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, proposta pelo PSOL para que o STF descriminalize o aborto até a 12ª semana de gestação.

De acordo com Diego Garcia, entre os parlamentares que entraram com esta ação no Supremo está um que, em 2015, entrou com um projeto de lei que busca a legalização do aborto até 12 semanas. Mas não prosperou”. Então, ressaltou, “o mesmo partido entrou com a ADPF 442 no Supremo”.

Diante desses casos, o deputado expressou o desejo de “que chegue aos ouvidos dos nossos ministros do Supremo Tribunal Federal” o pedido: “deixe o Congresso trabalhar, deixem os representantes do povo legislarem e tomarem a decisão”.

Também presente na Marcha pela Vida, o senador Magno Malta destacou que essa estratégia, além de ir contra a vontade da maioria dos brasileiros é um perigo para a separação de Poderes.

A Marcha pela Vida busca ainda a aprovação do Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro, que tem por objetivo defender os direitos da criança por nascer. Esse projeto tramita atualmente na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, já tendo sido aprovado nas comissões de Seguridade Social e Família e de Finanças e Tributação.

Além disso, os manifestantes expressaram apoio às Propostas de Emendas Constitucionais (PEC) 164/2012 da Câmara e 29/2015 do Senado, que visam acrescentar ao artigo 5º da Constituição Brasileira a expressão “desde a concepção” ao termo “inviolabilidade do direito à vida”.

O evento contou com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Fórum Nacional de Ação Social e Política (Fenasp) e do grupo Adira – Cidadania e Vida.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Década e meia de atraso e mentira ! A ONU restabelece a verdade.


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O site Imprensa Viva pública a informação. Veja:

Alvaro Dias ·

Década e meia de atraso e mentira ! A ONU restabelece a verdade. O site Imprensa Viva pública a informação. Veja:

O ex-presidente Lula e os representantes do PT foram desmentidos por um dos mais profundos estudos sobre a pobreza no Brasil entre os anos de 2010 e 2014. Os indicadores apontam que durante os governos do PT de Lula e Dilma, nada se avançou no combate a desigualdade social no país ao longo de toda a era PT. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 22.

O Radar IDHM, índice que compara as tendências de crescimento dos indicadores sociais na década de 2000 a 2010 e no período de 2011 a 2014. O estudo comprova que o Brasil perdeu a batalha para redução da desigualdade nos primeiros quatro anos desta década. Estudo feito pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud) em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.

A conclusão foi a de que o Brasil não conseguiu, em 14 anos, diminuir o fosso entre ricos e pobres. O estudo comprova que o discurso de Lula e dos integrantes do PT é meramente uma peça de marketing, enquanto os mais pobres continuam a sentir na pele o drama da pobreza e da desigualdade social.

Se comparado a outros países como México, Chile e Colômbia, a conclusão é a de que o povo brasileiro regrediu nas conquistas econômicas e sociais entre o período e que os avanços foram maiores no estudo anterior aos governos do PT.

Outro aspecto que chama a atenção é que o estudo foi realizado durante o período de maior prosperidade dos governos petistas. Os danos na economia causados pela corrupção na Petrobras começaram a ser sentidos justamente após o ano de 2014, o último avaliado na pesquisa. De lá para cá, mais de 12 milhões de brasileiros ficaram sem emprego, o que significa que o fosso que separa os pobres dos ricos aumentou, enquanto a renda das famílias diminuiu ainda mais.

Entre 2000 e 2010, anos dos dois mandatos de Lula, o Índice de Gini, que mede o nível de desigualdade, aponta que o Brasil teve uma redução da pobreza de 0,6% de 2000 a 2010, mesma proporção identificada para o período de 2011 a 2014. O valor foi considerado inexpressivo pelos especialistas, considerando que mesmo países em guerra tiveram evolução bem maior.

As políticas de transferência de renda e de valorização do salário mínimo alegadas por Lula e Dilma não foram suficientes para mudar de forma significativa a distância dos mais pobres para os mais ricos. As projeções mostram que a desigualdade no Brasil é tão intensa que, mesmo quando a renda do pobre cresce o dobro em relação ao crescimento dos rendimentos dos mais ricos, o impacto na desigualdade ainda não é imediato.

“A desigualdade continua sendo um desafio para o Brasil. A gente consegue aliviar a pobreza, tirar as pessoas da situação de extrema pobreza, mas as pessoas que ganham mais continuam ganhando mais ainda. Então, o fosso da desigualdade continua numa tendência bastante estável”, explica Andréa Bolzon, coordenadora do relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do Pnud no Brasil.

O estudo não traz detalhes sobre as causas das mudanças nos indicadores sociais, mas para o Pnud, a desigualdade leva em consideração não somente a diferença de renda, mas também disparidades territoriais, de gênero e raça.

Tanto Radar IDHM como o IDHM são compostos por três indicadores de desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda. O índice varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. São cinco classificações: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto.

Outra mentira de Lula e do PT. Autores do trabalho mostraram-se especialmente preocupados com o desempenho na área da educação. "Esse é o grande gargalo", constata Andrea. O documento chama a atenção, por exemplo, para a estagnação no porcentual de pessoas com 18 anos ou mais que apresentem ensino fundamental completo. Em 2011, representavam 60,1% do total. Em 2014, eram 61,8%.

De acordo com os estudos, os avanços sociais obtidos pelos mais pobres durante a era PT foram inferiores aos observados no país durante as décadas de 60, 70, 80 e 90. Já para os mais ricos, as administrações petistas foram bastante positivas. Especialmente para os bancos, empreiteiras. •