sábado, 28 de setembro de 2013

Presidentro Lula prioriza virar Senador, eleger Padilha governador, Rose deputada e reemplacar Dilma


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Por Jorge Serrãoserrao@alertatotal.net

Eleger Luiz Inácio Lula da Silva Senador por São Paulo é a prioridade máxima estabelecida pela cúpula petista para 2014. Além de usar o carisma do Presidentro na nada fácil campanha para eleger Alexandre Padilha governador, o objetivo tático é aumentar a já poderosa blindagem para Lula com a imunidade parlamentar garantida por oito anos de mandato. Pessoalmente, Lula tem outra prioridade-necessidade: eleger sua melhor amiga Rosemary Nóvoa Noronha deputada federal, também por São Paulo.

O foro privilegiado concedido pelo mandato é fundamental para alongar, o máximo que puder, o processo (em segredinho de Justiça) ao qual a ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo fatalmente responderá por crimes de corrupção, formação de quadrilha e tráfico de influência. Por ironia da politicagem, o Congresso será um “Porto Seguro” para Rose e seu padrinho, o “tio” Lula. A candidatura de Rose também tem o apoio de outro velho amigo: José Dirceu – enrolado, porém ainda impune, no Mensalão.

Independentemente dos problemas econômicos internos ou de batalhas ideológicas externas com os Estados Unidos da América, o comando do PT fará o que for necessário para cumprir seus objetivos para 2014. Os mais óbvios são a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff e a eleição de Alexandre Padilha ao Governo do Estado de São Paulo. No entanto, eleger Lula e Rose, para livra-los de problemas judiciais, também é uma necessidade prioritária.

Não foi á toa que Lula aproveitou para lançar, esta semana, seu grito de guerra em reunião com sua mídia amestrada sindical. O Presidentro avisou: “Para felicidade de alguns, para desgraça de outros, é o seguinte: estou no jogo”. Malucos interpretaram, erroneamente, que ele estaria insinuando que poderia roubar o lugar de Dilma. Na verdade, Lula vem pesado para a disputa eleitoral, na qual ele mesmo é candidato à imunidade parlamentar e ao foro privilegiado.

Lula já identificou a fragilidade dos adversários. Não haverá oposição consistente contra o PT em 2014, apesar dos erros que o governo e a petralhada cometem em profusão. Com poucas chances presidenciais, seja com Aécio Neves ou José Serra, os tucanos ainda correm o sério risco de perder o governo de São Paulo, por absoluto desgaste de imagem. Se Lula realmente entrar na briga pelo Senado (tirando o emprego do Eduardo Suplicy), a campanha em favor de Padilha será uma batalha feroz e covarde contra Geraldo Alckmin.

Embora não tenha a mesma saúde do passado para encarar uma campanha tão desgastante, Lula tem de sobra o que falta nos outros adversários: disposição de vencer, muita cara de pau para mentir e, o principal, muito dinheiro para investimento na campanha que reelegerá Dilma e elegerá ele, Padilha e a melhor amiga Rose.

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