sábado, 31 de março de 2012

VEREADOR FALA SOBRE A SITUAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM ALAGOINHAS

“Para resolver o problema da saúde (em Alagoinhas) é preciso fazer uma audiência pública, convocando as polícias civil, militar e federal para investigar os repasses que vêm dos governos federal, estadual e municipal para a saúde em nosso município” (Vereador José Ricardo)
O vereador José Ricardo Budog, na quinta-feira, 29/03, à noite, falou da tribuna da Câmara Municipal em sessão especial na qual se debatia o tema da Campanha da Fraternidade 2012. Em seu pronunciamento lembrou o que ele mesmo já havia publicado no boletim informativo CUSPINDO FOGO sobre a saúde em Alagoinhas.
O vereador dizia que “para resolver o problema da saúde (em Alagoinhas) é preciso fazer uma audiência pública, convocando as polícias civil, militar e federal para investigar os repasses que vêm dos governos federal, estadual e municipal para a saúde em nosso município”. Ele diz não acreditar que “fazer audiência pública convocando funcionários da prefeitura, sendo eles da saúde - médicos, enfermeiros e secretário - venha resolver o problema do setor”.
José Ricardo diz que é do conhecimento de todos que a saúde em Alagoinhas está na UTI; nada está funcionando, segundo ele, embora o município receba do Ministério da Saúde, anualmente, R$ 21.000.000,00 (vinte um milhões de reais), que daria R$ 1.600.000,00 (um milhão e seiscentos mil reais) ao mês. Juntando mais R$ 780.000,00 (setecentos e oitenta mil reais) ao mês do Governo do Estado e mais 15% da arrecadação municipal, o sistema de saúde local arrecada um total de R$ 4.500.000,00 por mês.
O vereador pergunta: “Para onde vai todo esse dinheiro”? E faz os cálculos: 70% é gasto com a folha de pagamento, sendo que 20% deste total vão para os funcionários efetivos; 50% vão para os cargos comissionados e contratados (cargos políticos); os outros 30% do total restam para compra de material e manutenção das unidades de saúde.
Budog lembra ainda os funcionários da saúde que recebem sem trabalhar, mal aparecem para assinar o ponto.
Diante do exposto, o vereador dia que “o problema do nosso município referente à saúde é um caso de polícia” e que a população está cobrando isso dos vereadores que são seus legítimos representantes junto ao Poder
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